Competências e Pilares Educacionais

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Já fez o Curso 1 dessa série? Ele trata das Neurociências e a Neurodidática para práticas didáticas focadas em metodologias ativas e competências e pode ser acessado diretamente na plataforma Udemy clicando aqui.

Você já entendeu como funciona a mente de quem aprende, e principalmente, como criar organizadores prévios para a nova aprendizagem significada (isso tudo no Curso 1), chegou a hora de construir as competências, junto com a aprendizagem cognitiva.

Conhecer cada tipo de competência e dominar as formas de aplicá-las, na prática da sala de aula (presencial ou virtual), e no dia a dia, é um dos maiores problemas da geração de professores que se encontra em sala de aula, atualmente. O curso 2 vem para curar essa “dor”.

Acesse inscrição para o Curso 2 aqui

Para isso, você precisa aprender a usar as 3 grandes classes de competências, no planejamento e nas aulas: a Taxonomia dos objetivos de Aprendizagem (Taxonomia de Bloom, original e revisada para incorporação de tecnologias como recurso de aprendizagem), o O.C.E.A.N. Model para as competências socioemocionais (conhecido como Big Five Soft Skills), e as competências técnicas ou treináveis (as Hard Skills), que são estabelecidas por relatórios internacionais de projeção de expectativas para as transformações, no mercado de trabalho.

É nessa PARTE 2 do curso Descomplicando as Competências, que eu trabalho os 4 pilares educacionais, do Relatório Jacques Delors da Unesco, considerado a base das inovações que se seguiram nos modelos educacionais do século 21.

Para essa nova fase híbrida de trabalho docente, no Ensino Superior, você precisará de novas competências e uma nova visão do que seja o processo de aprendizagem. É para lhe mostrar um novo caminho que estamos juntos, no Curso Online 4 PILARES EDUCACIONAIS & COMPETÊNCIAS, desenhado especialmente para professores do Ensino Superior.

Como esse Curso me ajudará?

O ensino remoto exige novas competências didáticas no Ensino Superior e docentes precisam se reinventar, com urgência: essa é a razão pela qual você não pode perder esse curso!

Ele lhe ajudará a compreender que existe um novo universo didático quando o assunto é aprendizagem remota e mediada por tecnologias, como é o momento de transformação que vivemos, atualmente. Essa compreensão é impulsionada por materiais de apoio, desafios e Quizz que relacionam graficamente a conexão entre ideias, modelos, teorias e pilares da educação para o século 21.

O que aprenderei no Curso?

São 5 seções de aprendizagem, com roteiros de orientação da aprendizagem, atividades, leituras, links e material para expandir a formação para além dos espaços do material do curso:

  1. Situe-se nessa Jornada: nessa primeira seção você aprende, em 3 aulas, a relevância do tema “competências” nos contextos da Educação no Brasil, em todos os níveis. Provavelmente vai se surpreender que estamos uns 20 anos atrasados nessa discussão, mas também verá que sempre é tempo de se reinventar.
  2. Os 4 Pilares Educacionais da UNESCO: aqui você vai se apropriar da grande mudança de paradigmas que envolve o novo ensino remoto, que é sair do SABER (aulas, provas, notas, conteúdo) para o APRENDER, em 4 pilares de formação (conhecer, fazer, ser, conviver). Aqui começa a grande viagem de mudanças…
  3. Competências de Aprendizagem e a Taxonomia de Bloom: a grande mudança de paradigmas, no ensino remoto, é que será necessário planejar trilhas de aprendizagem, e não, aulas. Para planejar e executar trilhas, é preciso categorizar os níveis progressivos de complexidade do processo cognitivo do estudante, e isso se faz com a Taxonomia de Bloom. Essas são as competências de aprendizagem.
  4. Hard skills – competências treináveis: conhecer quais são e como incluir as hard skills no planejamento depende daquilo que você planejou nas sua trilha de aprendizagem. Em geral, todas as competências (aprendizagem, hard skills e soft skills) devem guardar relação direta com as competências/perfis de egressos, previstos pelas DCN e pelo PPC do Curso.
  5. Soft skills – competências socioemocionais: nesta última seção você tem 4 videoaulas e muuuuito material integrando o O.C.E.A.N. Model, que é a teoria mais utilizada na educação, a situações práticas, dicas, características e cuidados que você deve ter para colocar em ação essas competências, na sala de aula.

Nas videoaulas a gente conversa sobre o significado de cada tema em tela, desdobrando essa significação para as práticas de sala de aula. Tudo conta nessa abordagem: desde as estratégias didáticas até o comportamento que você desenvolve, durante as aulas e a interação com os estudantes. Presencial ou online.

Cada seção do Curso 2 possui um Quizz de perguntas complexas, estilo ENADE, para você testar a integração entre o que aprendeu e como usar o que aprendeu. Também em complexidade também progressiva, da primeira à última seção de aprendizagem.

Reinvente-se agora!

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Desafie-se em uma formação que veio para transformar sua forma de lidar com o dia a dia da inovação educacional.

O futuro não está mais batendo à porta: ele entrou sem cerimônias na sua carreira e procura lugar para sentar… Vai mandá-lo embora?

Então não fique de fora dessa oportunidade que agrega conhecimento, ciência, qualidade e experiência prática das melhores práticas inovadoras em sala de aula!

Os muitos resultados da personalização da experiência de aprendizagem

Em um mundo de CTRL+C / CTRL+V, personalização cativa a atenção de forma imediata, e vamos lembrar aqui que atenção é uma commoditie altamente disputada em todas as áreas do mercado de trabalho. Porque seria diferente na sala de aula?

Você ainda usa aquele velho fundo de Power Point? Seus slides ainda tem a mesma cor e imagens do semestre passado? Do ano passado? Você vai à frente de uma audiência – seja na sala de aula, em uma palestra ou uma apresentação pessoal como candidato a uma vaga – e mostra mais do mesmo? Sinto informar, mas a atenção (e os resultados) que você não conquista é diretamente proporcional ao diferencial que você não mostra… Mude essa realidade!

magicaQuero lhe apresentar 3 excelentes motivos para repensar seu material e sua abordagem, migrando para a personalização de roteiros, slides e material de apoio à aprendizagem. Abrir espaço para o estímulo visual

Se você quiser um material personalizado, desenvolvido por mim, é só escrever para insightsdocentes@gmail.com solicitando maiores informações.

O processo é todinho online e os resultados são inenarráveis! Vamos lá?

Ah! Surpresinha: quem ler até o final, vai ganhar P-R-E-S-E-N-T-E-E-E-E!

1. Economia da atenção: já ouviu falar?

Mudanças de mindset (para professores e estudantes) são processos, e não produtos. São processos espelho: um estudante que não percebe o engajamento do professor em transformar as aulas, também não se sentirá compelido a se engajar, para transformar seu papel na aprendizagem. Esse é todo o segredo do sucesso: mudanças de dentro para fora.” (Texto na íntegra aqui)

Há muito escrevi sobre a importância de aplicar os novos conceitos de Economia da Atenção ao planejamento didático: um recurso simples e altamente eficaz para transformar a sala de aula e os resultados dos estudantes, frente à aprendizagem e a aquisição de competências (leia o texto na íntegra aqui). Isso é ir além do conteúdo.

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Trecho destacado do livro O guia completo do Storytelling, de Fernando Palacios & Martha Terenzzo, Editora Alta Books, Rio de Janeiro/RJ (2016).

A aplicação do conceito de Economia da Atenção modifica um paradigma essencial da atuação docente, qual seja, passar do “dar aulas” para o “desenhar trilhas de aprendizagens”. O conceito aplicado da economia da atenção modifica substancialmente o fluxo do trabalho docente, passando o centro do processo de si, para o estudante.

Em termos de economia da atenção, mais-é-menos. Em outras palavras, se um professor deseja – de verdade – ganhar a atenção do estudante e, assim, despertá-lo para seu papel protagonista no processo de aprender, ele precisa não preencher horas e horas de aulas com assuntos prontos, mas com pontos de contato (ou touch-points) capazes de instigar o desejo do estudante em engajar-se no assunto, explorando-o de forma significada.

Esse é o primeiro resultado da personalização do material didático: a ATENÇÃO DO ESTUDANTE para um processo todinho pensado nele e feito para ele. Isso mexe com o emocional, e as neurociências já nos ensinaram (e eu já ensinei nos cursos de Ciclo de Aprendizagem) como as emoções são importantes marcadores de adesão do novo conhecimento às redes de conceitos subsunçores, perfazendo o circuito neural da aprendizagem.

Trabalhei esse conceito de emoções e aprendizagem nos textos sobre como usar o modelo Jornada do Herói de Storytelling, e o componente de emoções versus retenção da aprendizagem você pode ler aqui.

Em outras palavras, ao se tornar o foco claro da atenção do professor, cada estudante reage e interage a essa atenção, a seu modo e repertório, dedicando mais tempo para explorar o “novo” (afinal o material é novo, e a turma anterior nem viu!), o que de per se já implica em maior dedicação à aprendizagem e desenvolvimento de protagonismo.

conexoes-mentaisO material personalizado amplia a captura de fase das áreas envolvidas com a aprendizagem, aumentando a captura neural, melhorando a atualização das redes de conceitos subsunçores que são os determinantes da aprendizagem atingida.

Um estudante envolvido com o material e processos que esse material estimula, desenvolve competências para além do conteúdo, em uma formação para a Vida, e não, para a prova.

Resumo puro e prático das teorias de Inteligência Emocional e Neurociências do Foco e Atenção, do super Daniel Goleman.

2. Ativar lógica-criativa como modelo mental de engajamento na aprendizagem

E já que falamos de neurociências, é impossível não destacar a necessidade de desenvolvimento de processos lógico-criativos como caminhos para a aprendizagem significativa. Falamos mais desse assunto nesse post, que foi parte do material de trabalho do Workshop para Docentes e Coordenadores de Cursos de Fisioterapia, no 11o. Congresso Internacional de Fisioterapia (Salvador/BA, Setembro/2019).

Nas capacitações do modelo Ciclo de Aprendizagem (nível 1 e nível 2) essa é a tônica das atividades: mudar a narrativa para uma cadência mais criativa, estimulando áreas cerebrais direitas a trabalharem em parceria com o lado lógico esquerdo, mais “dominador e autoritário”.

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Tudo baseia-se em estimular um set-point emocional favorável ao desenvolvimento de um Growth Mindset no estudante: (a) acreditar que habilidades podem ser treinadas e que competências podem ser desenvolvidas; (2) superar desafios, para desenvolver resiliência; (3) adotar modelos colaborativos, para soluções melhores e mais ágeis.

Mais do que uma realidade de mercado, isso é uma verdade científica: explorar soluções junto com evidências, inovação e treinamento, em processos modulados e simultâneos.

Outra base desse segundo resultado da personalização é trabalhar com o foco no PORQUÊ, um princípio dos líderes, explicados pelo Golden Circle. Já escrevi sobre isso aqui no blog, e esse princípio faz parte da formação em Ciclo de Aprendizagem Nível 2.

3. Líderes inspiram: esse é o papel fundamental do professor

Há competências que podem ser treinadas pela repetição de movimentos, trajetos ou métodos: essas são as competências de Aprendizagem (domínios cognitivo e psicomotor de Bloom) e as hard-skills (técnicas). Há outras, porém, que precisam ser estimuladas repetidamente, até que se tornem um hábito: essas são as atitudes (domínio psicoafetivo de Bloom) e as soft-skills (socioemocionais).

A escolha da identidade visual; do material de apoio didático à aprendizagem é tão importante quanto o próprio planejamento de competências.

cocriar2Ele estimula o engajamento na medida em que emoldura o compromisso docente com a personalização da trilha de aprendizagem formativa, a partir do perfil de cada turma. Não é refazer todo o material, a cada semestre: isso é o conteúdo. É usar dinâmicas de diagnóstico didático para identificar expectativas e perfil de cada turma para adaptar a narrativa: isso é formar competências, com o conteúdo.

Um material personalizado é um espelho para o estudante: ele também estimula competências indiretas, como criatividade, inovação e personalização, pelo exemplo e pela liderança que o professor e suas práticas didáticas inspiram. Personalizar material, aulas e interações, traz para a sala de aula essa, que é uma prática altamente valorizada no mercado de trabalho: agregar repertório e valores à oferta de processos, produtos e serviços.

É assim que vamos além do conteúdo e das competências, na formação de egressos aptos a atuar e adaptar-se a um mercado de trabalho em contínua evolução e aos hábitos de consumo que se transmutam com a dinâmica do desenvolvimento tecnológico.

Personalizar é o bicho!

Se você é professor ou estudante, que vai apresentar algum trabalho ou seminário (sim, porque aí você se torna o professor da vez!), essa é a grande dica: PERSONALIZE! Use sua criatividade, seu repertório, desenvolva mais habilidades, comunique suas ideias em novos formatos e cores, imprima mais de você ao agir e interagir com qualquer audiência.

O sucesso não tem segredo nem mapa garantido, mas se tem uma coisa que o sucesso tem é a característica de se destacar pelo diferencial. Portanto, ao se diferenciar da média – quando comunica-se com sua audiência – você já andou metade do caminho do sucesso.

Veja um exemplo de quem já personalizou seu material visual e alcançou transformações na experiência de aprendizagem, no engajamento da atenção, na comunicação com mais eficácia, e na estimulação de competências. Essa mudança proporciona descobertas na audiência, seja em sala de aula seja em palestras e apresentações, abrindo espaços para que cada um descubra seus próprios repertórios para personalizar sua interação, no processo de aprendizagem:

TEM PRESENTEEEEE!

Gostou desse universo? Se você quiser um material personalizado, desenvolvido por mim, é só enviar um e-mail para insightsdocentes@gmail.com  solicitando informações sobre como podemos personalizar seu material. O processo é todinho online e os resultados são inenarráveis!

Mas para ajudar você a-g-o-r-a a personalizar suas experiências didáticas (aulas, apresentações, palestras ou seminários), você tem 3 presentes abaixo:

  1. minha apresentação de palestra, no 11o. Congresso Brasileiro de Fisioterapia, sobre Neurociências e Inteligência Emocional: perceba que imagens, cores e disposição de elementos possuem um papel mais importante na indução da ideia, do que as letras e o conteúdo propriamente escrito. Aqui o foco era trazer a atenção para o que eu falava, com o lado lógico cerebral, enquanto a tela era um grande pano de fundo estimulando, visualmente, o lado criativo. Foi assim que criei mais vias para fixação da mensagem que eu queria passar: neurodidática cativa, engaja e estimula protagonismo, na audiência.
  2. quer mudar seus slides? Vai aqui uma mãozinha (um arquivo de Power-Point) para usar em apresentações que despertem para a criatividade e inovação;
  3. mais um presente? Teeeemmmmm! Aqui vai mais um arquivo de Power-Point para mudar os velhos modelos…

Junte-se a nós no Instagram e no YouTube e venha conhecer mais sobre as mudanças de paradigmas educacionais e transformações da prática docente, no Insights Docentes.

Ciclo de Aprendizagem Sênior: uma abordagem especializada para Gestores do Ensino Superior

Entenda a perspectiva de trabalho de gestão de cursos superiores sob a óptica de Ciclos de Aprendizagem, e como ela é uma ferramenta poderosa para a personalização do trabalho, otimização dos recursos (físicos, financeiros e humanos), e reconfiguração dos processos de aprendizagem e de avaliação da aprendizagem, impulsionando a IES e os cursos para conceitos mais robustos, junto ao MEC.

Que tal conversar um pouco sobre as vantagens e os valores que serão agregados ao seu desempenho de Gestão do Conhecimento, a partir dos conhecimentos e ferramentas que vamos lhe proporcionar?

1. Onde tudo começou?

perguntaNão precisa ser um gênio para perceber que a tão falada mudança nos paradigmas educacionais, alardeada desde o novo marco regulatório do EAD, em 2016, chegou para ficar e para demolir completamente o surrado modelo conteudista no Ensino Superior, que nas áreas de saúde se consagrou pelo modelo biomédico de Flexner, para a construção curricular.

Em 2017, quando comecei a escrever para o portal O Futuro das Coisas, um dos meus primeiros textos foi esse, sobre o futuro da Educação ser híbrido e começar em 2019.

Vamos abrir os olhos e dar uma boa analisada na praia da Educação, que é onde eu surfo melhor? O que tem marcado influência nas transformações que acompanhamos pelo mundo, basicamente, é o fato de as gerações estarem se sucedendo nos espaços sociais e profissionais, e exercendo sua influência sobre eles.

Aos poucos, jovens que cresceram digitalmente vão chegando às salas de aula, ao mercado de trabalho, às universidades. Eles trazem para esses espaços comportamentos diferentes em relação às gerações que chegaram aos mesmos espaços, antes deles. E, em breve, a eles se somarão também os que nasceram digitalmente. (trecho destacado do texto “O futuro da Educação é híbrido e começa em 2019“, O Futuro das Coisas, 24/09/2017)

Pronto! Estamos em 2019 e – realmente – o futuro híbrido está entre nós: na legislação que permite que os cursos superiores sejam semipresenciais (coisa inexistente na época), onde a busca por formações de qualidade e na modalidade digital (plena ou semi) cresce vertiginosamente, e momento em que uma nova geração de estudantes ascende às salas de aulas do Ensino Superior.

A questão aqui não é o fato de eu ser cigana, adivinha, leitora de cartas, mas de estar atenta aos sinais e praticar o Futurismo: uma ciência pautada em mapear o passado, registrar o presente e prospectar o futuro, baseado na evolução de fatos e comportamentos envolvidos em um cenário ou contexto real.

2. Ciclo de Aprendizagem: uma nova concepção para as práticas docentes

Foi esse comportamento de cientista futurista que me guiou nos últimos anos, e foi me despertando para entender as mudanças por vir, a partir dos sinais, que iam aparecendo.

No Ensino Superior, isso é fático: analise a legislação e as diretrizes de avaliação do Ministério da Educação e você terá uma bússola infalível para “prever o futuro”, mas (e principalmente) antecipar-se a ele, saindo na frente e mantendo-se tão ou mais competitivo do que era antes.

livros.jpegÉ assim, igualmente, que procedo ao mapeamento, rastreamento e prospecção de todos os aspectos de design envolvidos nas capacitações docentes, que denominei Ciclo de Aprendizagem:

  • no Ciclo 1, o professor entra em contato com o novo universo educacional superior, pautado pela formação de competências, aprendendo que é preciso mudar a narrativa da aula;
  • no Ciclo 2, esse professor, mais maduro e praticando o que aprendeu, nas suas aulas, entende as neurociências envolvidas na inovação e ganha um novo mapa para usar as neurociências da aprendizagem e foco em favor de melhores desempenhos de aprendizagem, para seus estudantes.

Essas formações docentes são roteiros sistematizados das ciências e práticas que contribuíram para a inovação da forma como se ensina e como se aprende, no mundo da Revolução Industrial 4.0. Docentes que assumem esse novo mindset formam a base para que os Gestores institucionais (Diretores, coordenadores, NDE, colegiados de curso) coloquem em ação aquilo que é a verdadeira finalidade das inovações: a mudança do ecossistema educacional de uma Instituição de Ensino Superior/IES, rumo à sustentabilidade didática e financeira.

Sim! É possível (e viável) colocar as palavras sustentabilidade financeira, inovação da aprendizagem, e sustentabilidade na mesma frase e funcionando em harmonia. Mas há que se saber como orientar esse processo, e quem faz isso é o Gestor (esse, com G maiúsculo).

3. Quais as grandes perguntas a serem esclarecidas?

CONQUISTAR (maiúsculo e com mérito!) um conceito 5 na Dimensão 1, e em boa parte da Dimensão 2, só não é exatamente fácil porque requer mudança de comportamentos e de mindset. É aqui que o bicho pega, porque o ser humano apresenta 2 características básicas, quando o assunto é trabalho: zona de conforto e perpetuação dos hábitos.

Nada muda, em nenhuma área do mundo do trablaho, a menos que uma – ou ambas – dessas situações, ameace àquilo que ele mais teme: mexer no seu bolso. Aí a amígdala cerebral é ativada e, basicamente, sai todo mundo “correndo atrás do prejuízo”. Correto?

Aliás já escrevi também sobre essa péssima atitude do “correr atrás”…

“Como dizia, sou dessas: gosto ainda mais de compreender, de fato, quais são os elementos envolvidos em trajetórias de sucesso. Na grande maioria das histórias, esses elementos são científicos, temperados com muita energia e corajosas doses de futurismo reverso.

São pessoas que compreenderam a natureza dos seus próprios universos pessoais sem se desconectarem da visão ampliada dos muitos universos que podem, e devem, coexistir e colaborar entre si, para romper paradigmas.  Na educação, essas pessoas costumavam ser os professores e quem se interessava por ensinar.

Mas de uma década para cá percebe-se uma mudança importante: há mais gente interessada em aprender, em como aprender mais e melhor, aprender para a vida e não (apenas) para o diploma. Curiosamente (e surpreendentemente) essa gente não era, exatamente, professores.” (trecho do texto Quem ‘corre atrás’ está atrasado, perdeu a hora, ou nem sabia o que estava acontecendo”, O Futuro das coisas, 14/04/2018)

Se você leu tudo até aqui, já percebeu que gosto de fazer as perguntas que ninguém quer fazer. Mas percebeu também que gosto ainda mais de responder a essas perguntas com dados, fatos, tendências e ciências. Ser cientista está no meu DNA e é isso que me torna apta a propor levar você, que é Gestor em uma IES, para um mundo onde vamos fazer as perguntas que ninguém faz, para chegar às respostas que ninguém (ou quase ninguém) tem.

Talvez a mais importante delas, para um Gestor engajado nas mudanças da sua IES em um mercado implacável, como o da educação superior particular brasileira, seja:

3.1. “ONDE ESTÁ O CONCEITO 5 QUE EU NÃO ATINGI?”

ondeSim! Essa é a resposta que vale ouro: no marketing, no desempenho ENADE, na empregabilidade do seu egresso, no valor agregado dos cursos que sua IES oferece, e no valor incalculável de um time de docentes capaz de conduzir a esse resultado.

Para responder a essa pergunta, é necessário fazer (e responder) algumas outras:

3.2. O que é um Ecossistema Educacional/EES e como o conceito de Ciclo de Aprendizagem contribui para a “germinação” dessa visão ecossistêmica?

3.3. Como orquestrar a implementação de um EES por meio de ações ordinárias de gestão?

3.4. Como orquestrar a implementação de um EES por meio de ações extraordinárias de gestão?

3.5. Quais são as práticas de gestão da aprendizagem que geram fertilidade para o crescimento sustentável desse ecossistema, e me levam ao 4 e 5 (do MEC) sem traumas e de forma longeva e sustentável?

Conquistar um conceito 5 é um construto coletivo, que começa com a transformação ativa e protagonista dos atores da sala de aula, se expande em repertórios, estratégias e espaços transversais, se fortalece transversalmente entre cursos, e se consolida entre a IES e a comunidade.

Em cada uma dessas perguntas acima, as respostas levam a um impacto sobre os conceitos alcançados nos itens da Dimensão 1 e 2 do IACG. E esse é o melhor resultado para qualquer Gestor.

Com essa visão, a formação “Ciclo de Aprendizagem Sênior: um Ecossistema Educacional Sustentável(apresentação completa da formação nesse linkvem para trabalhar lado a lado, com gestores em atividade nas suas IES, práticas que alinhavem as mudanças da sala de aula às conquistas em performance e resultados dos estudantes, quer em avaliações de larga escala, que na empregabilidade junto ao mercado de trabalho, pela sólida e dinâmica formação que receberam.

No link acima, você acessa toda a apresentação da formação, incluindo a dor a ser curada e os valores agregados, ao comprometer-se nesse salto qualitativo do pensar a Gestão do Conhecimento, em sua IES.

4. Sua melhor versão na Gestão, a um clique de distância!

Agora você já conheceu a ideia e percebeu que está a um passo (ou clique) de agregar mais valores e ideias ao arsenal de Gestão do Conhecimento que já possui. Você agora vai entender como a Gestão macro dos processos de Aprendizagem confluem, junto com os processos macro de Gestão administrativa, rumo à conquista de melhores e maiores conceitos, para seu curso e sua IES.

magicaAqui a grande questão não tem mágica: tem gestão inteligente, empática, dinâmica, focada em resultados. As práticas que vivenciei estão condensadas em exercícios, simulações, soluções, ações e resultados simples, que serão trabalhados no encontro presencial, para apontarem as possibilidades de melhorias nos conceitos do MEC.

Não tem como não querer um planejamento que conduz uma IES inteira a um novo destino: conceitos maiores, melhores e mais robustos, nas avaliações externas do MEC. São APENAS 10 VAGAS/TURMA! Entre em contato para formar sua turma de Gestores “in company”.

 

 Licença Creative Commons
O trabalho CICLO DE APRENDIZAGEM SÊNIOR: Ecossistemas Educacionais Sustentáveis de Profa. Dra. Denise da Vinha Ricieri está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional. Baseado no trabalho disponível em https://denisedavinha.wordpress.com/2019/08/14/ciclo-de-aprendizagem-senior. Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em https://www.instagram.com/insightsdocentes/.

Novas Tecnologias e o Mundo do Trabalho

Bem-vindo a um novo mundo, com novas maneiras de aprender!

desafio-2O grande desafio da nova geração de profissionais é aprender o que já está estabelecido para sua profissão, e em seguida, continuar aprendendo como adaptar seu conhecimento à contínua evolução de um mercado de trabalho onde as tecnologias reconfiguram os hábitos de consumo e percepções de necessidades.

Para isso é preciso entender o personagem principal dessas grandes mudanças: a tecnologia, em si.

Oficina Online NOVAS TECNOLOGIAS E O MUNDO DO TRABALHO

Desenhei uma oficina introdutória sobre a necessidade de um mindset exponencial, e como rastreá-lo em si mesmo e no mundo que o cerca, porque o principal problema que encontro (mais frequentemente do que gostaria) para ajudar as pessoas a trabalharem com inovação, em suas vidas e profissões, é que elas querem mudar o que FAZEM, sem mudar como PENSAM. Isso é viver e agir como no passado, por isso grande parte sente-se frustrado e reclama que “comigo não funciona!”.

FUNCIONA SIM! Mas é preciso mudar de princípios.

Veja: não dá para dirigir um carro automático procurando onde está o pedal da embreagem (entendedores entenderão), porque câmbio manual e automático, em carros, possuem tecnologias diferentes de funcionamento. O mesmo acontece quando se pensa em inovar o que se faz: se você procurar incluir “pedal de embreagem” em planejamentos “automáticos”, também não vai funcionar.

O conteúdo vai ajudar professores, estudantes e profissionais a entender um novo universo chamado desenvolvimento exponencial, onde a velha maneira de pensar e de agir não sustentam mais práticas profissionais competitivas, no atual mercado de trabalho, hoje e no futuro.

legalClique aqui para aprender que, para fazer carreiras diferentes, e que façam a diferença (inclusive com melhores remunerações), é preciso mudar como se PENSA: o nome disso é MINDSET.

A oficina aplica os 3M ao seu modo de aprender: Multiplataformas, Multitarefas e Mobile.

para onde

Ao final dessa Oficina Online, você terá investido na mudança do seu mindset, desenvolvido formas de rastreamento e identificação de mudanças influenciadas por tecnologias, e poderá se antecipar às tendências que identificar, na sua área de atuação.

E tudo começa exatamente aí: na forma de pensar, no mindset. A oficina trata de como as tecnologias transformaram nosso mundo e nossa rotina pessoal. Entender como o processo acontece é a base para planejar uma carreira de sucesso e de longa duração. É por aqui que a gente começa!

Ou seja: você saberá como impulsionar suas competências, e descobrir quais são os melhores repertórios nos quais devem investir seus esforços (pessoais, de aprendizagem, e financeiros) para obter retornos mais consistentes, eficazes e impactantes. Você será capaz de agregar valor ao que se faz, sabendo explorar, de forma inteligente, a tecnologia que nos rodeia todos os dias.

São 4 seções temáticas, com roteiros de aprendizagem e mais os videos bônus, que guiarão você no material e nas competências que estão sendo estimuladas. Para todas as sessões há muito material de apoiolinks e exercícios práticos ao longo dos textos, para que você treine competências multiplataformas e multitarefas na hora de aprender o novo. Tudo foi desenhado com muito cuidado para que você amplie seu conhecimento sobre esse mercado de trabalho emergente e aprenda expressões sintonizadas com a nova dinâmica profissional.

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A Oficina é ambientada nas ciências do movimento, ou Cinesiociências, mas seu conteúdo (por ser introdutório) é livre e aplicável a todas as áreas e interesses. A linguagem simples e o livro escolhido, para amparar o desenvolvimento da habilidade de rastreamento de mindset, tornam a trilha de aprendizagem um caminho agradável, reflexivo, desafiador (para quem realmente executar as tarefas!), e muito compensador nos resultados finais.

Venha comigo nessa jornada!

Licença Creative CommonsLearn Lab Project: Novas tecnologias em Cinesiociências de Denise da Vinha está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em https://www.youtube.com/channel/UChaeuFGuZaygcPRODAT7ofQ.
Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em dradenisedavinha@gmail.com.

A Jornada do Herói como estratégia de Storytelling: DIFICULDADES e PRESSÃO

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Os 7 passos da Jornada do Herói fazem parte dessa série de posts que inicia aqui, e compõem uma mini-oficina de capacitação online em Storytelling. Não perca nenhum texto!

superSe você já tem cenário e personagens, conflito/problema a ser resolvido, e uma narrativa que conecta essa história à disciplina, ou área do conhecimento, onde deseja que a aprendizagem aconteça, chegou o momento de colocar obstáculos e desafiar o estudante a superá-los, com ajuda do conhecimento que essa aprendizagem proporciona.

Afinal, um Herói só é Herói porque aprendeu a superar desafios com seus superpoderes!

Há duas considerações importantes aqui: (1) o CONFLITO/PROBLEMA selecionado deve – necessariamente – ser um evento que só tem solução nas mãos de um profissional com determinados conhecimentos, habilidades e atitudes; (2) há que se colocar pequenos empecilhos, de início, ou importantes questões éticas, em momentos mais avançados de curso, como elementos de pressão para a tomada de decisão.

Vamos entender melhor isso.

 

1- A solução única deve estar nos “superpoderes profissionais específicos”, mas com DIFICULDADES

Estamos tratando de Ensino Superior. Estamos trabalhando com neurociências do engajamento e da aprendizagem. Estamos em salas de aulas que formam profissionais com competências específicas de cada área do mercado de trabalho. Estamos construindo os sonhos de cada estudante, que quer se tornar um profissional único, naquela área que escolheu.

storytelling-ingEsse é o cenário subliminar da audiência do seu Storytelling: os pontos onde o conflito/problema deve ganhar desafios para dar significado à aprendizagem profissional recebida.

Na identidade do estudante com o Herói da Jornada, os conflitos só ganham poderes de engajamento na aprendizagem se forem solucionados exclusivamente com práticas específicas da profissão. Guarde esse segredo e coloque-o em ação sempre!

Tais práticas específicas da profissão convertem-se nos superpoderes necessários para superar o conflito/problema. O DESAFIO aqui, ou a dificuldade para solução, deve ser a exata maneira de avaliar, diagnosticar, prescrever, executar ou avaliar a implementação dessas práticas. É assim que se agrega valor às práticas profissionais específicas de uma área ou de uma especialidade.

desafio.jpgÉ assim, também, que o ERRO vem fazer parte do cenário como elemento de aprendizagem, em um ambiente controlado, para melhorar e aprimorar: (a) competências de aprendizagem (baseadas na Taxonomia de Bloom); (b) conceitos subsunçores, baseados em conteúdos pregressos e adicionado às competências treináveis (hard skills) e não-treináveis (soft skills).

 

2- ELEMENTOS DE PRESSÃO: usando empecilhos e dificuldades éticas

Treinar a tomada de decisões é treinar a competência de analisar e aceitar RISCOS, dentro do processo de aprendizagem. Afinal, a vida profissional não é sempre um mar de rosas! É preciso aprender a lidar com pressão, riscos e tomadas de decisão: essas são competências não-treináveis, ou socioemocionais, altamente relevantes para os egressos do futuro.

Você deve planejar alguns elementos de pressão (de um a três, no máximo!) na sua Jornada, onde a decisão por um superpoder não é aplicável diretamente, dado a um empecilho, problema, indisponibilidade, impossibilidade ou ausência de qualquer elemento ou evento, necessário para essa decisão ser efetivada.

Como o estudante reagirá? Depende do seu planejamento:

(a) se o elemento de pressão tiver sua solução nas próprias aulas da disciplina,

você está criando uma “novelinha semestral de habilidades”, onde cada aula trará uma possibilidade a ser testada na superação do desafio, ou na eleição de outra forma de solução para o conflito/problema. Nesse caso, suas metas de aprendizagem (estabelecidas lá na Taxonomia de Bloom) gerarão indicadores de desempenho concêntricos, ou seja, a disciplina é uma espiral nela mesma, para todo conflito/problema apresentado, assim como o desempenho estudantil.

Ela tem potencial de formar estudantes com nanocompetências claras, específicas de uma área ou especialidade, mas não de dialogar com o conhecimento para além da sala de aula.

(b) se o elemento de pressão tiver sua solução fora das aulas da disciplina, por meio de busca de informações complementares ou de outras áreas/especialidades,

você estará criando uma espécie de “noticiário semanal de habilidades”, onde cada aula, ou grupo de aulas, demandará a busca por possibilidades, tecnologias e inovações, a serem agregadas à aprendizagem em andamento, e testadas na superação do desafio, ou na eleição de outra forma de solução para esse conflito/problema. Nesse caso, suas metas de aprendizagem gerarão indicadores de desempenho estudantil excêntricos, ou seja, a disciplina abre interfaces para transversalização de conhecimentos e personalização de soluções, para todo conflito/problema apresentado.

Ela tem mais potencial para formar o T-shapped professional, que é um perfil altamente requisitado no mercado de trabalho, nesses tempos de tecnologias.

(c) se o elemento de pressão for impossível de ser superado,

você tem um modelo auto-limitado, que aponta para a finitude ou limitação dos superpoderes. Há situações práticas assim e elas devem, sim, ser discutidas no ambiente de aprendizagem, com o professor e à luz dos dogmas profissionais; mas a eleição desse tipo de elemento de pressão deve ser cuidadosa.

Não faça isso antes de ter aplicado, ao menos, cerca de 4 ou 5 Storytelling bem-sucedidos anteriormente, porque esse tipo de elemento de pressão desencoraja o estudante a concluir a jornada e buscar uma solução para um desfecho desejado. Nesse caso, suas metas de aprendizagem gerarão indicadores disruptivos, ou seja, como a disciplina abre possibilidades para a inserção de pensamentos inovadores, prospecção de cenários tecnológicos e futuristas para o conflito/problema apresentado, será necessário um processo de avaliação de desempenho igualmente diferenciado.

Ela tem mais potencial para formar o estudante empreendedor, capaz de questionar o status quo e os padrões atuais, propor soluções inovadoras e empáticas, para tentar superar a impossibilidade inicial do elemento de pressão.

conexoes cerebraisSeja qual for a sua opção para as dificuldades e para o elemento de pressão, é preciso não perder de vista o objetivo da estratégia da Jornada do Herói:

  1. Você está trazendo uma estratégia para aumentar a captura neural, visando a internalização do novo conhecimento, ampliando e dando densidade aos conceitos subsunçores de cada estudante;
  2. Os elementos da Jornada permitem a flexibilidade de participação individual, a manifestação do erro conceitual ou de implementação de uma ideia, conhecimento ou gesto técnico. Essa é a oportunidade que você tem de corrigir a trilha de aprendizagem, durante o curso da disciplina, melhorando o desempenho e os resultados finais de cada estudante e, por decorrência, da turma;
  3. A Jornada deve ser elaborada com aderência às metas de aprendizagem, definidas pela Taxonomia de Bloom. Faça com que cada passo exercite uma ou mais das categorias estabelecidas inicialmente, no Plano de Ensino.

Taí! Agora é colocar a cabeça para reunir sua experiência profissional e criar dificuldades e elementos de pressão, de acordo com os resultados que você deseja atingir, dentro dos propósitos da disciplina para com o Projeto de Curso (PPC).

Não deixe de interagir, compartilhar material, e levar suas dúvidas ao nosso perfil do Instagram. Inscreva-se no canal do YouTube para ajudar a levar mais repertório a mais docentes.

Quem compartilha conhecimentos, multiplica boas experiências de aprendizagem, e contribui para um mundo que precisa aprender com mais propósitos!

 

 

 

A Jornada do Herói como estratégia de Storytelling: CENÁRIO & PERSONAGENS

Se você está acompanhando os posts anteriores sobre Storytelling e a estratégia da Jornada do Herói,  (já fez seu download do material em PDF?) sabe do que estamos falando. Estamos falando de uma estratégia planejada para oferecer:

  1. Força motivacional, para engajamento estudantil na aprendizagem;
  2. Contextos impactantes, para dar significado à aprendizagem em curso;
  3. Soluções com desafios únicos, para agregar valor à práxis profissional em formação;
  4. Criatividade e inovação, para apropriar o estudante do novo mundo do trabalho, abrindo espaço para a personalização da carreira que ele pode construir.

Para que essa estratégia seja implementada com sucesso, é necessário entender como planejar os 7 passos de acordo com o que você deseja atingir, com seu planejamento da disciplina/unidade curricular.

Onde eu planejo uma Jornada do Herói, no meu Plano de Ensino?

O Storytelling pode ser planejado de 4 formas:

  • para apresentação da finalidade da disciplina, dentro do contexto curricular;
  • para convergir as 3 competências de aprendizagem (conhecimentos, habilidades e atitudes) envolvidas na formação, dentro de uma mesma disciplina;
  • para convergir as 3 competências de aprendizagem (conhecimentos, habilidades e atitudes) envolvidas na formação, transversalizando diferentes disciplinas;
  • para estimular o engajamento estudantil, por meio da empatia e personalização de ações, dentro de um módulo temático, que é uma parte do conteúdo de uma disciplina, dentro do contexto curricular.
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Cada uma dessas formas de planejamento possui peculiaridades e rastreio documental, por exemplo, que é essencial para apresentação nas visitas de Comissões de Especialistas do Inep/MEC, nos momentos de Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento de Cursos Superiores. Ou seja: quando você conhece bem uma estratégia, ela pode ser bem mais que um recurso didático, em sala de aula.

Ela pode ser (e é) uma alavanca importante como recurso na Gestão da Aprendizagem, capaz de impulsionar para cima conceitos envolvidos no Instrumento de Avaliação de Cursos Superiores (Inep/MEC, 2017), na sua Dimensão 1, principalmente, mas com reverberação para a Dimensão 2, indiretamente.

Nessa série sobre Storytelling e a Jornada do Herói vou me ater à última forma de planejamento citada, ou seja, para estimular o engajamento estudantil, por meio da empatia e personalização de ações, dentro de um módulo temático, que é uma parte do conteúdo de uma disciplina, dentro do contexto curricular.

Por onde começar esse planejamento?

A forma mais simples de planejar uma estratégia de engajamento por Storytelling é escolher o FOCO da aprendizagem principal da sua disciplina. Para saber qual é o seu foco você precisa de 2 informações:

  • Perfis profissionais envolvidos na oferta dessa disciplina
  • Competências de aprendizagem formadas pela disciplina

Essas duas informações, via de regra, devem estar claras no Plano de Ensino e/ou no Projeto Pedagógico de Curso, caso ele esteja atualizado. O Ecossistema Educacional do Curso é tão mais eficaz em seus resultados, formando egressos qualificados, quanto mais verdadeiras forem as relações entre as disciplinas e os perfis de egressos, e quanto mais diretas forem as relações entre a forma de oferta (entre aulas teóricas, práticas, atividades, visitas, treinamentos, produção, etc) e as competências formadas.

Para quem já decidiu entrar de “capa e coração” nesse mundo de superpoderes docentes e compor os heróis da aprendizagem, tem uma Oficina 100% Online sobre competências de aprendizagem no Plano de Ensino, que vai preparar você para essa jornada. Muito material, vídeos, downloads e passos para elaborar Planos de Ensino Inovadores. Aproveite o momento e inscreva-se agora!

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Muito bem, o FOCO da disciplina será o REPERTÓRIO DO HERÓI, ou seja, uma parte importante do personagem principal, que deve se identificar com o estudante. A esse momento da formação, o Herói já deve ter se apropriado de alguns repertórios: explore-os de forma clara e completa para criar um desafio capaz de ser solucionado SOMENTE a partir desse repertório. Essa é a chave!

Destaque: não torne o desafio complexo, a ponto de não ser possível a solução APENAS com o repertório que o estudante apresenta, até esse momento da formação. O estudante deve sentir-se estimulado pelo que já aprendeu, e não, desanimado com o que o professor já domina, e ele não sabe.  Na primeira afirmação você o torna centro do processo, na segunda, você é o centro do processo; portanto, o começo do planejamento para uma Jornada do Herói é TORNÁ-LO herói.

Segurança e confiança são os primeiros elementos essenciais para conquistar engajamento estudantil, em qualquer estratégia. Sem isso, eles se sentirão perdidos, insuficientes e, portanto, assumirão atitudes de rejeição todo o restante do processo. Aí sua estratégia terá ido por água abaixo…

Um contexto, um cenário, um lugar: ofereça algo para mexer com as emoções, desde o início

As aprendizagens não se dão no vazio, nem na imparcialidade: elas precisam estar ancoradas em SIGNIFICADOS e precisam mexer com as emoções. Isso é princípio essencial das neurociências. Portanto, a escolha do ponto de partida da narrativa do conflito, que será trabalhado pela Jornada do Herói, é um passo fundamental.

Para escolher o cenário, esqueça o que você conhece, professor, e pense no que o ESTUDANTE CONHECE, domina, interage ou almeja intervir, naquele momento. Seja como estudante, seja como cidadão, seja como usuário de algum produto, processo ou serviço, o estudante deve sentir-se compleido a participar ativamente na narrativa que será apresentada no Storytellig.

conexoes cerebrais

Use, preferencialmente, os conceitos subsunçores existentes na turma. Para isso, na primeira aula de cada semestre, faça um exercício de diagnóstico didático, por meio de dinâmicas e interações, para identificar as expectativas da turma para a disciplina, e para estabelecer pontos balizadores da sua abordagem, nas aulas que se seguirão.

A partir desse diagnóstico, trace possíveis cenários, contextos, conflitos e personagens que permeiam o mundo do estudante e o mundo do conhecimento que você estará oferecendo, a cada aula.

E os personagens?

É chegada a hora dos personagens que comporão o contexto, atuarão no cenário, e que devem possuir uma expectativa de ação, interação e reação com o Herói, no caso, o estudante em ação, como um profissional em exercício.

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Não economize na narrativa: você pode apresentar personagens que tragam uma criptonita, que é um elemento que acaba com a “força de solução” do Herói, e que deve ser evitada a todo custo. Ou a descoberta de um anel, cinturão ou poder secreto, que são recursos próprios da profissão, que elevam a capacidade de solução do conflito, pelo Herói bem preparado.

Você pode, ainda, abrir espaço para que eles colaborem na construção dos personagens, usando os conceitos subsunçores, personalizando cada Storytelling por turma, por exemplo. As opções são muitas e quase infinitas!

A construção dos personagens é uma relação direta do FOCO DA DISCIPLINA. Portanto:

  • se sua disciplina forma para conceituação teórica e fundamentos da profissão, que serão aplicados posteriormente, em disciplinas profissionalizantes, os melhores personagens serão aqueles que incitam discussões conflitantes e com necessidade de argumentação, ou seja, o foco é no SABER-SER (ou atitudes), alinhado com o SABER (conhecimentos) subsunçor até esse momento. Trabalhar as soft skills, ou competências socioemocionais, é uma chave para o sucesso desse planejamento de Storytelling.
  • já se a sua disciplina forma para habilidades técnicas específicas, aplicadas a partir de indicações e contra-indicações profissionais precisas, os melhores personagens serão aqueles que transgridem essas recomendações (pode ser mocinho desavisado ou vilão malvado, por exemplo). A narrativa do conflito trará à baila a lógica do raciocínio ação-reação ou causa-efeito. É o SABER-FAZER (habilidades) entrando em ação com os SABERES (conhecimentos) subsunçores, e aqueles que estão sendo adquiridos a cada etapa da aprendizagem, na disciplina, aprimorando o SABER-SER (ou atitudes) e as soft skills.
super heroi

No próximo texto, nossa análise da Jornada do Herói vai mostrar como apresentar uma narrativa de conflito/problema, onde o repertório do Herói seja imperscindível para uma solução, mas que passe – antes – por (algumas) dificuldades e por (certos) elementos que aumentarão a pressão sobre a tomada de decisão do Herói. Não perca!

Planner 2019, parte 2: trabalhe as metas e complete seu álbum!

No post anterior trabalhamos com a ideia de que o comprometimento com uma meta, que só pode ser considerada concluída diante de um resultado concreto, estabelecido ao início do processo, é o ponto chave da inovação. Seja no pensamento, no planejamento ou nas práticas, nenhuma inovação se sustenta se não você não mudar suas trilhas mentais e seu mindset: o Planner 2019 do canal Insights Docentes quer estimular esse novo comportamento em você e ajudar para um novo ano, focado em resultados!

Vamos continuar o caminho do Planner? A gente tá junto nessa e, se você quiser, pode compartilhar seu caminho com a gente, nos Stories do Instagram, marcando @insightsdocentes para eu poder trazer seu desafio e suas conquistas para o meu Stories e, assim, incentivar mais colegas às mudanças!

Definida(s) a(s) meta(s), vamos ao mergulho nas etapas para convertê-las em resultados!

(e) PASSO 2: defina a sua meta (ou mais de uma) e mãos à obra!

planner2019 PASSO-2 DICAS

O PASSO 2 vem com duas páginas, no PDF da segunda parte do Planner:

e.1. Essa aí do lado são orientações e sugestões sobre como explorar sua meta, de forma que esse trabalho conduza-o a ações e resultados.

Note que as respostas às 6 perguntas pilares propostas aí aplicam-se, de alguma maneira, a qualquer área. Seu desafio é convertê-la em detalhes específicos para a sua área, e levar as respostas ao ESPAÇO DAS IDEIAS (vide post anterior) para refiná-las em caminhos, ações e resultados.

Cada um dos hexágonos se converte em planos para sua realização, e a combinatória disso será tão infinita quanto seu comprometimento em torná-las reais. Por isso a sugestão: escolha uma meta de cada vez!

planner2019 PASSO-2 PRINTe.2. A página de print para efetivamente fazer suas anotações diárias e relacionadas à meta.

Nessa página você vai usar o adesivo da meta (super novidade!) para colar ao centro da colméia de mudanças e desdobrar as questões relacionadas à meta em prioridades, etapas, prazos, dias… O que preferir!

Você pode imprimir quantas páginas quiser: uma para cada uma das perguntas que mencioneis no item e.1. acima, ou uma para todos os itens, ou uma para cada etapa trazida lá do ESPAÇO DAS IDEIAS.

RAZÃO: o Planner estimula a divergência criativa inicial para que você aprenda, dia a dia, a organizar suas ideias, metas, rever, refazer, reorganizar sempre que necessário. Num Planner normal, tem espaço pré-estabelecido para tudo, e é e-x-a-t-a-m-e-n-t-e por isso que você vive em uma rotina: você repete padrões, formas de registro, lógicas de organização estabelecidas por outros para uma zona de conforto cujos resultados você conheceu de perto, em 2018.

para ondeO Planner 2019 Insights Docentes propõe algum caos para uma nova ordem. Para reduzir a entropia interna é preciso gerar entropia externa, rever prioridades, obrigar-se a ler, pensar, arquitetar a SUA melhor ordem e organização.

Para estabelecer a SUA melhor meta de RE-organização é preciso treinar suas trilhas mentais de novo, e estaremos juntos nesse 2019 para isso! Lá no Instagram e no YouTube vamos compartilhar muitas novidades e complementações que o ajudarão no desafio de reencontrar aquilo que realmente deseja fazer para agregar valor ao que já faz.

(f) SEMESTRES & BIMESTRES: aprenda a seguir um macroplanejamento para que os resultados convertam-se em produtividade, com foco!

planner2019 SEMESTRE1
Faça aqui seu macroplanejamento por meses, bimestres e semestre, para não perder de vista o significado de cada etapa, rumo a uma meta!

Definiu suas metas? Planejou as etapas, em detalhes?

Chegou a hora de treinar a disciplina para com você mesmo! Quantas vezes você já fez listas de metas para um novo ano e… simplemente esqueceu delas?

Nas páginas dos semestres você encontra ideias e insights para ajudá-lo na divisão de tarefas: o que eu vou fazer primeiro, o que vem depois, quais os resultados e em quanto tempo eles serão atingidos.

São 2 páginas de semestres, divididos em meses, com opção para marcar os bimetres em ação (você pode imprimir a mesma página duas vezes, uma para cada bimestre). Cada página parece igual, mas não é: cada QR-Code no canto inferior direito leva você a um material diferente, para estimulá-lo a pensar em coisas novas ou diferentes.

(g) SEMANAS DE ATIVIDADES: imprima quantas vezes preferir!

Você conta com 4 páginas de semanas, como mostra a figura abaixo.

legalTambém, nessas páginas, cada QR-Code no canto inferior esquerdo leva você a uma discussão diferente. E AQUI TEM NOVIDADE! Essas páginas serão renovadas mensalmente, a partir das experiências que vocês compartilharem pelo Instagram do Insights Docentes.

As melhores do mês serão votadas (precisam estar online e em modo público!) e duas delas ganharão sua versão, em uma página como essa, com um QR-Code especial que levará até o link digital dos autores dos relatos de mudanças mais votado do mês!

As páginas novas mensais serão compartilhadas por link para download para que as experiências se espalhem, e engajem mais e mais colegas para o pensamento de que a transformação é possível, sim!

Então, se você realmente quer mudar, esse é o empurrãozinho que faltava para você ativar seu instagram, ou seu blog, ou seu canal no YouTube, para compartilhar suas próprias histórias de sucesso, e o mais importante para nosso Planner aqui: seus RESULTADOS!

fuiSugestões: imprima as suas páginas, e imprima mais algumas, para presentear colegas na volta às aulas: nas semanas pedagógicas, nas reuniões de colegiado ou NDE. Convide mais gente à mudança, amplie sua rede de pessoas dispostas a um 2019 diferente. O trabalho só COMEÇA aqui no Insights Docentes: ele continua, mesmo, na sua capacidade de – TAMBÉM – exercitar modelos colaborativos de mudanças, no espaço onde atua.

Partiu fazer o Planner acontecer?!

logo planner ID 2019 blog-2Resumão:

Licença Creative Commons
Planner de Inovação Insights Docentes v.2019 de Dra. Denise da Vinha Ricieri está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em https://denisedavinha.wordpress.com/.
Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em https://denisedavinha.wordpress.com/.

Planner 2019, parte 1: escolha as metas e entenda o desafio

welcomeOlá!

Essa sou eu, na versão second life (que também é um recurso para trabalhar estratégias engajadoras de aprendizagens) e você acaba de chegar ao meu espaço de intercâmbio de ideias e proposição de desafios! Que tal um 2019 desenhado em 365 dias de foco em mudanças, sem que isso se torne um fardo ou um peso para você?

Boralá conhecer o Planner de Inovação Insights Docentes, versão 2019!

Em 2017 eu acompanhei de perto as muitas mudanças no mundo da Educação Superior, e escrevi sobre elas e o Futuro da Educação. Foi assim que nasceu a ideia do primeiro Planner de Inovação Educacional, para esse 2018 que termina.

checkedA experiência foi tão boa em usar um mapa, ou bússola, que sugeria mudanças e motivava a reflexão por meio de acesso direto a material multimídia – via QR-Code – que nesse ano planejei algo mais detalhado, mais interativo e, principalmente, mais focado em descobrir a inovação no dia a dia.

As viagens que fiz em 2018, capacitando e orientando, professores e estudantes, tanto na parte educacional (em metodologias ativas), quanto na parte técnica (em análise do movimento), deram-me novas perspectivas sobre as dores que todos estão vivendo dentro dos muros das faculdades e universidades.

Desde a sala de aula até a gestão dos cursos, a palavra de ordem é INOVAÇÃO, e o verbo de ação é TRANSFORMAR. Muitos estão perdidos: somos (me incluo nessa!) frutos de um modelo ultrapassado de formação, para a profissão queescolhemos.

perguntaEstamos vivendo uma mudança de era, a transformação para um modelo completamente paradoxal àquele que supúnhamos dominado, e onde diploma, conteúdo e aulas – nossos pilares centrais de “atração” para o Ensino Superior, deixaram de ser o objeto de desejo da grande maioria dos egressos do Ensino Médio.

Perdidos nesse limbo, entre o que era e o que será, estamos tentando saber como inovar, como transformar, como nos reposicionar, mas não há modelos ou narrativas prontas capazes de atender a essa necessidade.

legalEntão veio a ideia: as novas competências para o mundo do trabalho (e não é só para os docentes) demandam novos HÁBITOS e novas HABILIDADES, e isso não se adquire por mágica, nem de um dia para outro. Os melhores resultados para quem transformou efetivamente suas práticas vieram do cultivo diário de novas formas de pensar, da busca por repertórios complementares àqueles já dominados, da prática empática do planejamento daquilo que se oferece em processos, produtos ou serviços.

Vale na Educação, vale no mercado de trabalho.

Assim foi nascendo, aos poucos, a ideia de um Planner mais interativo e mais personalizado, com foco em resultados que possam ser medidos porque se converteram em inovações reais, capazes de serem sustentadas no tsunami diário de compromissos e obrigações a serem cumpridas.

O Planner de 2019 é diferente em 3 pontos fundamentais, para quem quer mudar-SE:

1- ele trata a mudança de dentro para fora, desde o planejamento dessa mudança;

2- ele inicia com 6 metas básicas, e 6 sugetões de etapas para concretizar as transformações;

3- cada meta pode ser personalizada, de acordo com a área de atuação, especialidade de trabalho ou campo de estudo, porque as etapas trazem o significado dessa mudança para o mundo de cada um; e

4- ele não está fechado: será alimentado semanalmente com as interações que fazemos nas mídias que nos reúnem: o canal Insights Docentes no Instagram e no YouTube.

sherlockEm síntese: o Planner abre 2019 para uma imersão de trabalho diária, um “curso” de 365 dias de atividades, ora reflexivas, ora ativas, ora compartilhadas. Para dar organização a esse planejamento ousado, eu usei o resultado das enquetes que fizemos durante o mês de Dezembro/2018, no Instagram, com a rede de seguidores do canal.

Assim, essa nossa imersão rumo à transformação e conversão de resultados tem sua participação direta, desde o planejamento, até a execução (vem mais coisa boa por aí!).

Você pode baixar o PDF para impressão das páginas iniciais do Planner, mencionadas nesse texto, clicando aqui (o restante você baixa no próximo post, ou no link está ao final desta página). Elas estão formatadas para impressão em formato A4. Para melhores resultados, imprima em modo normal, colorido, e escolha um papel cuja gramatura esteja entre 90 e 115g/m2. Para a capa, sugiro uma gramatura mínima de 150g/m2. Saiba mais sobre gramaturas e as melhores escolhas para impressão.

Vamos conhecer como os elementos do Planner podem lhe ajudar, em 2019?

Conheça os elementos e a dinâmica que convida você a planejar e realizar mudanças

(a) CAPA

planner2019 CAPA A capa é ilustrada no padrão “flat”, ou seja, ela traz ilustrações planas, simples, geométricas. Aqui a essência é não roubar a atenção do que se deseja: FOCO NAS METAS, não no visual.

Você pode imprimi-la em um papel de gramatura maior, para encadernar todo o Planner e, então, personalizar com seu nome, adesivos, colorir… Divirta-se!

RAZÃO: parte do processo está em recrutar cada vez mais o lado criativo do cérebro para que trabalhe em cooperação com seu lado lógico. Abrir espaço para a personalização significa PENSAR SOBRE O QUE SE FAZ, refletir mais demoradamente.

A proposta é quase um meditar ativo, onde o desejo de mudar as trilhas mentais antigas nasce do comprometimento com o instrumento: acrescentar aquilo que nos agrada, a ludicidade do manuseio, a identidade do colorir. Aqui começa o traçado de novas trilhas mentais, capazes de gerar novas formas de pensar, agir, reagir e interagir com nossos próprios propósitos, antes que mudar a forma como lidamos com nossas tarefas. Detalhes são muito importantes: dê atenção a eles.

(b) INFORMAÇÕES & INSTRUÇÕES GERAIS

planner2019 ORIENTACOES
Preste atenção nessa página impressa: ela conta para você as estratégias do processo que o Planner quer estimular, por meio dos recursos e do formato desenhado para essa experiência de mudanças pessoais, frente às demandas inovadoras do mundo da Educação.

A página inicial foi feita para oferecer um start nesse processo e, como a ideia central é pensar fora da caixa, sair do quadrado, planner foi desenhado com base no conceito de hexágonos. É interessante o porque dessa escolha e basta saber que as formas geométricas possuem significados psicológicos e no design de comunicação.

RAZÃO: Você pode explorar essa ideia e chegar às suas próprias conclusões, porque toda leitura diferente é uma leitura que acrescenta à inovação!

(c) Passo 1: escolha a(s) meta(s) e comprometa-se com ela(s)!

planner2019 PASSO-1 DICAS

A experiência tem mostrado que para o desenvolvimento de comportamentos inovadores em práticas docentes, em qualquer área, são necessários – pelo menos – 6 pilares básicos, muito bem estabelecidos.

Esses 6 pilares estão resumidos no passo 1 e representam sua primeira etapa. O que você pensa ser mais importante transformar primeiro, considerando seu próprio universo de atuação profissional e o momento que está vivendo? Nessa página você vai escolher uma – ou mais – metas.

Mas lembre-se: quanto mais metas, mais complexas serão as ações necessárias se você realmente se comprometer com as mudanças que cada uma delas propõe.

Então, que tal começar com uma a uma?

Quem me conhece sabe: meu primeiro passo foi PENSAR DIFERENTE. Essa foi a minha escolha! Achei incrivelmente essencial, para meu modo de levar a vida e o trabalho, ir em busca de conhecer como pensava a nova geração, para recalibrar meu próprio modo de pensar e planejar minhas práticas docentes.

como ehAssim, investi pesado em mim: em um curso e um weekend de pensamento inovador, em São Paulo, e depois, em uma formação presencial super, de 4 dias, em Design Thinking com um dos melhores designers brasileiros da atualidade. Entenda que, na maior parte das vezes para ter algo diferente você precisa ser “aluno novamente”, ouvir mais atentamente, e olhar o mundo pelos olhos de outras perspectivas (e idades).

RAZÃO: Ler é um começo, mas para mudanças maiores, ler não é suficiente, porque tendemos a filtrar as leituras pelas nossas trilhas mentais. E são exatamente elas que precisamos renovar!

Por outro lado, a maior parte do que é online, muito barato e gratuito, não oferece os recursos essenciais que permitam o aprofundamento necessário na aquisição de novas competências: é preciso ousar e planejar os investimentos também!

Analise suas possibilidades, faça um planejamento e priorize-SE, em detrimento de coisas que podem ser redimensionadas em função de fortalecer – e até repocionar – sua carreira docente, estudantil e/ou profissional. Vale muito à pena!

(d) ESPAÇO DAS IDEIAS: às vezes é preciso começar por aqui…

Você pode escolher sua meta no passo 1, ou ainda não ter muita certeza por onde começar. Está tudo bem: todo processo começa assim. Então eu preparei um espaço especial para você rascunhar aquilo que deseja e dei a eles hashtags para que possamos trazê-los à tona no Instagram e nas nossas interações online.

As neurociências mostram que visualizar recompensas para novos feitos ajudam o lado lógico do cérebro a reforçar uma trilha nova de comportamentos e de aprendizagem, ao mesmo tempo em que permite maior liberdade de ação ao lado criativo no desenvolvimento de novas ideias.

Em outras palavras, o planner tem um ESPAÇO DAS IDEIAS para seu lado criativo registrar expectativas, enquanto seu lado lógico encontra soluções para executá-las, aprendendo novos repertórios e criando novas oportunidades. Quer saber mais como isso funciona?

planner2019 PASSO-IDEIAS
Essa página pode ajudar você a se decidir por uma meta, no PASSO 1, caso você não tenha claro, ainda, por onde começar seu planejamento de mudanças para 2019. Detalhes no texto.

Escreva suas expectativas no lado “e se…” e determine o que é preciso aprender/ fazer no lado “preciso”. Algo como:

E SE… eu fizesse videos animados para explicar os elementos básicos do necessários para desenvolvimento de uma habilidade, que faz parte do meu trabalho (seja você um professor, um estudante ou um profissional, tanto faz)

Portanto, você está inclinado para 3 metas, daquelas 6 apresentadas:

Para tornar realidade esse repertório desejado (ex.: produção de vídeos) e atingir a meta (ex.: produzir ao menos um vídeo), é hora de passar o caminho para a coluna “preciso”:

PRECISO… fazer um curso de edição de vídeos, aprender como produzi-los e publicá-los em espaços digitais, para acesso dos meus estudantes/clientes a ele.

Pronto: expectativa/sonho encontrou com a lógica da realização, ou o caminho. Isso ajudou a entender o que é preciso para chegar a novos resultados (nesse caso: “explicar os elementos básicos do necessários para desenvolvimento de uma habilidade, que faz parte do meu trabalho”). Começa a parte da ação: pesquise, levante preços, faça cursos gratuitos para experimentar como é a produção de vídeos (tenha certeza dos seus desejos antes de investir no aprofundamento das novas competências).

Trabalhe nesse processo e, ao final, APÓS PRODUZIR UM VÍDEO COMPLETO, aí sim marque cada nova conquista circulando o EU FIZ! (note que EU FIZ! é maiúsculo e representa o registro de conquistas pelo seu lado lógico do cérebro, em oposição ao “e se…” e “preciso” que estão grafados em minúsculo).

excelenteÀs vezes é mais fácil determinar o início do que precisamos registrando aquilo que gostaríamos (“preciso”), dando significado ao porque de investir nesse sonho (“e se…”). Preencha esse ESPAÇO DAS IDEIAS com as muitas coisas que você passou 2018 desejando, mas não achou tempo, oportunidade, dinheiro (ah! o dinheiro!), motivação ou que, por qualquer outro motivo, você não levou o desejo adiante.

Talvez muitas delas tivessem acontecido se fossem registradas, pensadas, planejadas e testadas. O Planner vai ajudar para que em 2019 os resultados sejam diferentes.

Gostou? Então agora é hora de ir em frente: no PASSO 2 do Planner de Inovação você vai mergulhar na mudança diariamente e fazer as perguntas que anda evitando, porque elas vão, inevitavelmente, tirá-lo da zona de conforto!

logo planner ID 2019 blog-1Resumão:

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Baseado no trabalho disponível em https://denisedavinha.wordpress.com/.
Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em https://denisedavinha.wordpress.com/.

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