Descomplicando as competências: um curso online único!

Um novo ano para aplicar novos conhecimentos: é assim que eu encaro cada novo ciclo que a vida traz. E como nada mais é o mesmo de antes, professores também precisam alinhar seus repertórios para desenvolver novas competências para o mercado de trabalho.

Se liga nas datas importantes!

Primeira semana de Fevereiro/2020 para a PARTE 1; segunda semana de Março/2020 para a parte 2; segunda semana de Abril/2020 para a parte 3; e segunda semana de Maio/2020 para a parte 4.

Veja a descrição de formação, e de temáticas de cada parte, no texto a seguir.

Descomplicando as competências: você e eu, juntos na prática, e em edição limitada.

Link para formulário de reserva de vaga BREVE AQUI!

conexoes-mentaisNo seu terceiro ano de vida ativa, o Insights Docentes resolveu trabalhar ativamente para oferecer, online, muito do que era compartilhado apenas em cursos presenciais, para chegar a mais colegas e suas salas de aula, e impactar mais egressos de cursos superiores, preparados para viver intensamente suas carreiras, nesse mundo de evolução exponencial.

Para conseguir esse objetivo, desenhei um curso online diferente: o Descomplicando as Competências – Edição Limitada. Esse será um curso diponível por tempo limitado, nas condições que estou apresentando aqui.

Ele será composto de 4 partes, liberadas progressivamente, mês a mês, para que você tenha tempo de estudar, entender, tirar dúvidas comigo (sim! teremos um espaço digital de acesso exclusivo para inscritos) e colocar em prática o que aprendeu.

Faça download do mapa geral de partes ou seções do curso clicando aqui

internetDe Fevereiro a Maio, todo mês um curso novo para você, e nós juntos, trocando ideias e formando uma Rede de Inovação para as muitas salas de aula! Cada parte da formação possui começo, meio e fim. Ou seja, se você se interessar pelo tema de Fevereiro, mas não quiser o tema de Março, tudo bem! A flexibilização é parte fundamental do novo projeto para que ele chegue redondinho e do tamanho das suas expectativas, aí na sua telinha.

Como fazer esse curso?

Ao todo serão POUCAS VAGAS para cada uma das partes do curso, a cada mês, e isso será seu super bônus de exclusividade pelo lançamento antecipado. Quero acompanhar de perto os colegas docentes em sua evolução na transformação de competências, na real-oficial, então entregarei uma super MENTORIA DIGITAL junto com o curso, para aqueles que inscreverem-se na primeira fase.

Se você fez a Parte 1, tem prioridade para inscrever-se em uma vaga para a parte 2, e assim por diante. Isso significa que eu priorizo aqueles que realmente querem praticar o que aprendem, passo a passo, achando tempo para dedicar-se ao importante processo de mudar a si mesmo, dentro do ritmo intenso de trabalho, durante o semestre. Esses são os professores de sucesso que eu valorizo e eu quero apostar neles!

O conteúdo total será lançado plataforma online somente em Maio/2020.

IMPORTANTE: Quando o curso for lançado na plataforma, em Maio/2020, encerra-se a disponibilidade de cursá-lo aqui, parte a parte. Portanto, não deixe passar a oportunidade!

Se liga, porque abaixo mostrarei como vamos trabalhar cada uma das partes que irão ao ar, nos próximos meses, e sobre o quê cada uma delas trabalha e cria novos repertórios para você:

 

PARTE 1 – Fevereiro/2020: NEUROCIÊNCIAS & NEURODIDÁTICA

cerebroQue tal uma paradinha para entender o que acontece na cabeça de quem está aprendendo, hoje, nos tempos das tecnologias exponenciais, e como explorar esse conhecimento a seu favor? Essa sessão é fundamental para entender os porquês de todas as mudanças necessárias e ser um agente ativo e diferenciado de negócios educacionais.

Nessa Parte 1, eu vou fundo e reúno, em um único material, as explicações científicas entre a diferença da inteligência cognitiva – e formar por conteúdo, para a inteligência emocional – ou formar de forma composta, agregando as competências como valores diferenciais. Mostrarei porque seus alunos assistem a aula e não aprendem, como as metodologias ativas fazem a mágica e, principalmente, oferecerei suporte teórico científico para que você aprenda a mudar, desde a sua própria linguagem até seu planejamento, de curso e de aulas.

O objetivo dessa dessa PARTE 1 é que você mergulhe no “aprender para a vida” e expanda seu repertório e suas competências para além da sala de aula, como um diferencial de carreira! Já pensou em montar cursos online? Ter seu conhecimento compartilhado (e remunerado) também fora de salas de aulas físicas? Então a PARTE 1 vai lhe ajudar, mostrando como o novo processo de aprender acontece, e como você pode usar esse conhecimento em favor de planejamentos mais atraentes e competitivos, para a sua própria carreira, em um mercado educacional que se expande como nunca!

Como eu me inscrevo para fazer a Parte 1 do Curso, na edição limitada?

A divulgação é feita, SEMPRE, no perfil do Instagram (Insights Docentes) para privilegiar os seguidores ali, que estão sempre de olho nas novidades. Em todos os cursos que ofereço eu levanto dados diagnósticos que me ajudam a acompanhar a performance de quem está cursando e, por essa razão, sempre há um formulário de reserva de vaga que precede seu acesso ao curso.

Nesse formulário você responde a algumas perguntas que formam o banco de dados sobre o qual acontecem pesquisas e a tomada de decisões sobre conteúdos e necessidades reais, vividas por colegas de todo o país.

Assim, para quem quiser sua vaga, no curso de Fevereiro, haverá o Formulário de reserva, com um breve questionário. Responda contando aquilo que sente e pensa, de verdade! Isso me ajuda a entender a complexidade da situação de transição que vivemos, e desenhar soluções que façam a diferença, nas suas práticas profissionais!

Aqui fica o link para fazer sua RESERVA DE VAGA, e receber instruções sobre como proceder para acessar a PARTE 1, quando reabrir para nova turma.

PARTE 2 – Março/2020: COMPETÊNCIAS FAZEM MODELOS PROTAGONISTAS

lupa-1Agora que você já entende como funciona a mente de quem aprende, e principalmente, como criar organizadores prévios para a nova aprendizagem significada, chegou a hora de construir as competências, junto com a aprendizagem cognitiva.

Conhecer cada tipo de competência e dominar as formas de aplicá-las, na prática da sala de aula (presencial ou virtual), e no dia a dia, é um dos maiores problemas da geração de professores que se encontra em sala de aula, atualmente. Essa Parte 2 vem para curar essa “dor”.

Para isso, aprenda a usar as 3 grandes classes de competências, no planejamento e nas aulas: a Taxonomia dos objetivos de Aprendizagem (Taxonomia de Bloom, original e revisada para incorporação de tecnologias como recurso de aprendizagem), o O.C.E.A.N. Model para as competências socioemocionais (conhecido como Big Five Soft Skills), e as competências técnicas ou treináveis (as Hard Skills), que são estabelecidas por relatórios internacionais de projeção de expectativas para as transformações, no mercado de trabalho.

É nessa PARTE 2 do curso Descomplicando as Competências – Edição Limitada, que eu trabalho os 4 pilares educacionais, do Relatório Jacques Delors da Unesco, considerado a base das inovações que se seguiram nos modelos educacionais do século 21. Vamos dissecar minuciosamente cada pilar, associando-o a uma teoria moderna de aprendizagem e/ou de inteligência, para que você consiga elaborar roteiros, aulas, atividades, estratégias e comportamentos que mudem o comportamento dos estudantes, e seus resultados de aprendizagem!

TEM MAIS! E se a gente pudesse associar todo esse novo conhecimento em modelos de negócios educacionais, visando consultorias ou oferta de cursos corporativos? Nessa Parte 2 tem um bônus para isso: como trabalhar a aprendizagem por competências em abordagens educacionais corporativas (Método dos 6D), abordagem midiática (mídias e cursos online) e, claro, as melhores sacadas para a abordagem formal, visando melhores conceitos junto ao MEC. 

Como eu me inscrevo para fazer a Parte 2 do Curso, na edição limitada?

Se você fez a Parte 1, tem prioridade para inscrever-se em uma vaga para a parte 2, e assim por diante. Essa priorização é fundamental para privilegiar aqueles estão envolvidos no processo de mudança, praticando o que aprendem, passo a passo, e encontrando tempo para dedicar-se ao importante processo de mudar a si mesmo, dentro do ritmo intenso de trabalho, durante o semestre.

Por causa do Carnaval, o link para inscrever-se na PARTE 2 será liberado aqui na segunda semana de Março, combinado? Se você fez a Parte 1, receberá diretamente as instruções para prosseguir acessando o Curso. Se você não fez, acesse o link para preencher o formulário e entrar na fila, aguardando vagas remanescentes (lembre-se, são apenas poucas vagas disponíveis, por parte!)

PARTE 3 – Abril/2020: VARIÁVEIS PRÁTICAS QUE INFLUENCIAM AS COMPETÊNCIAS

magicaGerações e a forma de pensar e priorizar ações, os idiomas das novas gerações, o foco na geração que será maioria no mercado de trabalho e nos cursos profissionais (superiores e tecnológicos). Mais que isso: a construção da teia sequencial de abordagens didáticas definindo competências por meio de propósitos e diferenciais comportamentais. Esse é o tema da parte 3 do Descomplicando as Competências – Edição Limitada, onde eu vou fundo em dicas, modelos, exemplos e design de experiências de aprendizagem.

O foco agora é vender o sonho e personalizar no coletivo. Dá trabalho? Toma muito tempo? Tem que ficar “brincando” no final de cada aula para o aluno ficar feliz? Essas são as perguntas mais frequentes que escuto, quando vou trabalhar coletivos de professores, seja em cursos, seja em eventos e semanas pedagógicas.

Minha resposta, para isso, sempre é: se você souber ouvir e analisar, não precisará falar muito, e nem com muitos diapositivos. Porque o aprender não está na quantidade de conteúdo, mas na qualidade do significado e na potência da personalização do sonho, mesmo no coletivo. Saiba dominar isso e terá dominado qualquer área educacional, no novo mercado de trabalho: educação formal, corporativa e informal (formações continuadas).

Nunca se quis aprender tanto. A apropriação do conhecimento nunca foi tão disseminada e facilitada como nos tempos atuais. A questão é que você está alijado desse mercado de demanda quase infinita pelo saber, e isso não lhe dá muitas opções. Esse é meu foco na Parte 3: construir sua nova teia de variáveis, que atuem em favor das práticas docentes que você deseja, em qualquer espaço que você sonha!

Como eu me inscrevo para fazer a Parte 3 do Curso, na edição limitada?

Essa parte é EXCLUSIVA para quem fez as Partes 1 e/ou 2. Como ela trata de aplicação do que foi estudado nas 2 partes anteriores, não consigo atender meu objetivo de fazer uma discussão mais densa, e pautada nas neurociências, neurodidática, competências e gerações sem que você tenha estudado essas particularidades, diponíveis nas partes anteriores

Na segunda semana de Abril/2020 você encontrará aqui o link para fazer sua reserva de vaga, e receber instruções sobre como proceder para acessar a PARTE 3!

PARTE 4 – Maio/2020: FORMANDO POR COMPETÊNCIAS EM 3 PASSOS

super 100Agora que você domina a visão, as teorias e as práticas, você pode ser o Davi de qualquer Golias que cruzar o seu caminho, no mercado educacional formal, informal ou corporativo! Vamos praticar? Essa é uma parte composta por desafios, algumas gamificações e produtividade, em tempo real. Nela, eu exercitarei com e em você, 3 competências principais, em ambiente controlado: sua produtividade, seu desempenho e sua criatividade.

Serão 3 passos com desafios de aplicação de tudo o que foi trabalhado nas partes 1, 2 e 3. Você pode se inscrever nessa parte sem ter feito as outras? Claro que pode! Mas perceberá que essa não é uma boa escolha, porque seu rendimento ficará aquém das possibilidades, no exercício das 3 competências que apontei acima.

Aqui, teremos menos videoaulas, e muitaaaa, mas muita (mesmo) interação online, especialmente em um grupo fechado nas mídias sociais, para praticar – em tempo real – comportamentos e atitudes que não se desenvolvem com bla-bla-bla. Um desafio e tanto, mas só para os fortes!

Como eu me inscrevo para fazer a Parte 4 do Curso, na edição limitada?

Essa parte é EXCLUSIVA para quem fez, pelo menos, as Partes, 1 e 2. Como ela trata de modulação prática de linguagem, imagem, criatividade, desafios e complexidades, não há espaço para ficar repetindo as teorias já vistas, mas sim, apontá-las nos materiais anteriores para que seja feito o resgate dos conceitos e dicas, na solução dos desafios propostos.

Na segunda semana de Maio/2020 você encontrará aqui o link para fazer sua reserva de vaga, e receber instruções sobre como proceder para acessar a PARTE 4!

perguntaPronto para desafiar-se em uma formação que transforma sua forma de lidar com o dia a dia da inovação educacional que está batendo na porta da sua sala de aula?

Então 2020 está trazendo o melhor caminho para isso. Não perca!

4 pilares educacionais: o aprender para o século 21

ID2020 insta1No seu terceiro ano de atividades, o Insights Docentes (Instagram e YouTube) recalibra seus perfis para oferecer uma verdadeira escola digital de novas práticas docentes, começando as séries temáticas. As discussões feitas nos posts da timeline do perfil do Instagram foram convertidas em posts, com recortes da visão da inovação educacional, unindo documentos legais e teorias inovadoras do mundo exponencial das tecnologias.

unesco logo blogA primeira série veio em Janeiro/2020, recuperando e atualizando a nomenclatura das chamadas competências de aprendizagem. Da Taxonomia dos Objetivos Educacionais de Bloom (década de 60) para o Relatório “EDUCAÇÃO: UM TESOURO A DESCOBRIR”, produzido pela Comissão Internacional sobre Educação para o século XXI, para a Unesco, no ano de 1996.

Esse relatório influenciou diretrizes educacionais no mundo inteiro, incluindo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação no Brasil, a Lei 9394/96 de 20 de Dezembro de 1996, mais conhecida como LDB, e suas atualizações.

Apesar de ser inovadora, a LDB mantém uma nomenclatura presa ao conceito do “ensino”, quando estabelece os três domínios de competências a serem formadas nos egressos: saber, ou conhecimento; saber-fazer, ou habilidades; e saber-ser, ou atitudes.

As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Superior, as DCN, que datam, em cada curso, a partir de 2002, reproduzem essas competências como foco da formação dos egressos. Mas o mundo já estava abandonando o sistema centrado no professor e no ensino, para assumir processos centrados nos aprendizes e no aprender, que modificam a velha concepção para uma nova visão de competências, acrescida de um quarto domínio: APRENDER a conhecer, APRENDER a fazer, APRENDER a ser, APRENDER A CONVIVER.

É assim, nesse contexto, que o Insights Docentes abriu seu 2020, após girar 2019 em contato com professores do Ensino Superior de diferentes partes do país, por meio do acesso que o mundo digital proporciona. Nesses muitos contatos, percebemos que na cabeça – e na prática dos docentes – há uma confusão latente entre o velho modelo conteudista, e sua nomenclatura, e os novos paradigmas educacionais, e suas vertentes de abordagem.

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Foi para ajudar os colegas docentes do Ensino Superior, já determinados a mudar de paradigmas sobre suas práticas de sala de aula, que abrimos o 2020 resgatando os 4 pilares educacionais do aprender para a vida, em um resumo rápido do Relatório Delors, e lhe agregamos as novas visões e estratégias práticas para a formação do profissional requerido pelo novo mercado de trabalho do século 21.

Baixe aqui o PDF do mapa sobre a integração da visão clássica dos 4 pilares educacionais, acrescidos das abordagens inovadoras associadas a cada um deles. Você pode imprimir e desenvolver suas próprias ideias e atitudes para suas práticas docentes!

 

Meeting 1 de neurodidática: sua história de sucesso

nahTudo começou com a necessidade de comunicar-se, profissionalmente, com a audiência.

E o papo seguiu: o crescimento exponencial das tecnologias e do acesso à informação desconfigurou o que tínhamos muito bem estabelecido como espaços e modelos de comunicação: sala de aula, palestras, vídeos loooooongos (dar aula pra câmera não muda o fato, só o meio…) e cansativos. Muitos sentiram-se perdidos.

De repente, isso tudo não funciona (tanto) mais como antes. A audiência não vem, é resistente ao trabalho do deslocamento, da busca, da procura. A audiência quer mais, quer o melhor, ao alcance do clique, na sua própria expectativa.

De repente, falar – e ser ouvido – não é mais (tão) simples assim. E agora?

Negócios despencam, profissionais diferenciados tornam-se esquecidos, mas há influencers (nem sempre tão bons assim) que se tornam o centro do processo de escuta ativa de massa. E não é aí que a história cessa…

como-eh.jpgHá também os cursos e formações de altíssima qualidade que acabam preteridos por invasões online de oferta de formações curtas, rápidas, relâmpago mesmo, altamente duvidosas em qualidade. E esses últimos derrubam tudo o que se tinha por balizador de qualidade e diferencial porque entregam mais palavras agradáveis ao paladar da vez: online, curto, rápido (e parcelado).

Nos últimos meses perdi as contas dos muitos colegas chegaram a mim com essas inquietações. O mundo não é (e nem será) mais o mesmo, e o que eu devo fazer para não “cair do bonde e ficar pelo meio do caminho?”, me perguntaram.

Foi assim que nasceu a ideia desse Meeting presencial (sim, é presencial, por enquanto, fazer o quê?!) para conduzir as ideias de colegas e outros profissionais pelos caminhos mentais que já percorri, há alguns anos, quando me deparei com as mesmas questões inquietantes.

Para você que (ainda) não participou, fica aqui o roteiro e a ideia: que tal fazer essa roda de conversa aí, no seu espaço geográfico também? Me chama que eu vou!

1. Tempos Exponenciais

Vivemos tempos exponenciais e a grande sacada é sair das atitudes lineares e migrar para o pensamento exponencial de tudo aquilo que se é e que se faz, quando se trata de carreira e mercado de trabalho.

Basicamente, eu trabalho esse momentum em 2 situações, quando facilito o desenvolvimento de profissionais:

  • nas capacitações híbridas de Ciclo de Aprendizagem, o nível 2 começa com essa apropriação de cenário, por meio do conceito Momento Iridium: a lição da Motorola da década de 80 pode estar acontecendo a-g-o-r-a na sua vida. Se liga!
  • nos cursos de Biofotogrametria e Design de Movimento, uma formação técnica que desenvolvi em 1999, e que volta em 2020, com formatos híbridos, foco em cinesiometria aplicada (estréia em avaliação específica para Pilates Contemporâneo), e com novas tecnologias e ciência agregadas.

A base desse princípio é que se você continua oferecendo as mesmas velhas experiências (diferente de processos, produtos ou serviços), você fatalmente está em processos lineares de atuação profissional.

O mundo já mudou e você segue dirigindo seu carro profissional olhando pelo retrovisor. Mude! É preciso olhar para frente, antecipar-se aos sinais da estrada, e ajustar a velocidade, o sentido, a ciência e a tecnologia que a sua práxis envolve.

2. A comunicação mudou

E se você ainda se comunica pelos velhos canais, é por isso que está à margem de toda a dinâmica de alcance de audiência, inovação e (o mais importante) comunicação.

ensino-aprendizagemNem sempre que você fala, alguém lhe escuta: isso não é comunicação. Mas é isso que a avassaladora maioria dos profissionais pensa e (pasme!) segue fazendo. Esse é o retrovisor que precisa ser desapegado, abandonado. Nada mais é como antes e não há parâmetros sobre como será, daqui há algum tempo.

Fazer mais do mesmo é seguir em sistemas fechados, de baixa entropia e, portanto, de baixa energia. Eles tendem à morte por esgotamento e foi isso que aconteceu com tanta coisa que você julgava imbatível há uns… digamos, 20 anos atrás: a TV aberta, meios de comunicação convencionais (rádio, jornais), diploma, serviços bancários presenciais, e o celular.

Esses foram sistemas fechados que morreram sufocados na própria falta de adaptação ao caos trazido pela tecnologia ao velho modo de pensar, agir e fazer negócio. Aliás eu trabalho esse conceito de renovação de tecnologia, usando o Storytelling da evolução das telecomunicações, em uma Oficina Online destinada a você mudar seu mindset: Novas tecnologias e o mundo do trabalho. Super recomendo que você use essa experiência para dar um upgrade no seu mindset.

3. A era das experiências

O que é necessário é acompanhar, passo a passo, cada evolução, cada nova tecnologia e seu impacto na própria área de atuação, e diante disso, traçar ajustes de estratégias, narrativas, perspectivas e experiências.

Sim: E-X-P-E-R-I-Ê-N-C-I-A-S! Vivemos a era das experiências, onde o usuário e suas necessidades são o centro de todo o processo de comunicação para negócios, de qualquer natureza. Ninguém mais oferece o preço de um produto, processo ou serviço. A era é do envolvimento no valor da experiência dos diferenciais, em cada área do conhecimento e do mercado.

magicaSentiu a diferença? Preço versus valor. Oferta versus envolvimento. Negócio versus experiência. A mágica da mudança começa aqui! A própria terminologia conduz a mente a desejar sempre a segunda opção, e isso é a aplicação das neurociências para esclarecer um ponto fundamental em todo nosso papo, nesse Meeting: o Human Centered Design veio para ficar, junto com o Growth Mindset e a Inteligência Emocional.

São pilares de mudança de forma de pensar, de encarar o mundo, de agir, reagir e interagir em tudo, nesses novos tempos de tecnologias em expansão exponencial. São os pilares da mudança de resultados.

4. As emoções determinando as histórias

Em um mundo em que tudo é novo, inovador, disruptivo, avançado e tecnológico, tem-se a sensação de que não se sabe mais nada. Parece que nada daquilo que trazemos como experiência se encaixa nas novas expressões, métodos, modelos e filosofias.

É aqui que você se engana, porque não está explorando seu maior VALOR: sua história, enquanto experiência e narrativa. Vivemos num mundo onde a narrativa é mais importante (ou quase) que o conteúdo: se conteúdo é rei, como se diz no marketing, a narrativa é a coroa.

Mudar a narrativa do que faz, para o PORQUÊ se faz, pode ser toda a diferença que você precisa dar à sua comunicação profissional. O Storytelling é uma ferramenta super-eficaz para isso, e o Meeting de Neurodidática junta tudo o que foi apresentado acima para orientar cada profissional na criação da sua própria narrativa, adequada para suas finalidades, sem copiar-colar e de forma genuína.

legalÉ isso que importa nas comunicações profissionais dos tempos atuais: como se conta o que se faz, porque se faz e qual o valor de se fazer dessa (e não de outra) maneira.

Aqui mora o segredo do sucesso da narrativa profissional e, por consequência, da comunicação com a audiência.

Venha você também participar desse encontro que abre portas! Nosso Meeting de Neurodidática tem 2 encontros, e esse foi o primeiro, com foco na captura de atenção e engajamento de audiências por meio do Storytelling.

No próximo, a gente aprofunda no propósito e nas ferramentas, combinado?!

Os muitos resultados da personalização da experiência de aprendizagem

Em um mundo de CTRL+C / CTRL+V, personalização cativa a atenção de forma imediata, e vamos lembrar aqui que atenção é uma commoditie altamente disputada em todas as áreas do mercado de trabalho. Porque seria diferente na sala de aula?

Você ainda usa aquele velho fundo de Power Point? Seus slides ainda tem a mesma cor e imagens do semestre passado? Do ano passado? Você vai à frente de uma audiência – seja na sala de aula, em uma palestra ou uma apresentação pessoal como candidato a uma vaga – e mostra mais do mesmo? Sinto informar, mas a atenção (e os resultados) que você não conquista é diretamente proporcional ao diferencial que você não mostra… Mude essa realidade!

magicaQuero lhe apresentar 3 excelentes motivos para repensar seu material e sua abordagem, migrando para a personalização de roteiros, slides e material de apoio à aprendizagem. Abrir espaço para o estímulo visual

Se você quiser um material personalizado, desenvolvido por mim, é só escrever para dradenisedavinha@gmail.com solicitando maiores informações.

O processo é todinho online e os resultados são inenarráveis! Vamos lá?

Ah! Surpresinha: quem ler até o final, vai ganhar P-R-E-S-E-N-T-E-E-E-E!

 

1. Economia da atenção: já ouviu falar?

Mudanças de mindset (para professores e estudantes) são processos, e não produtos. São processos espelho: um estudante que não percebe o engajamento do professor em transformar as aulas, também não se sentirá compelido a se engajar, para transformar seu papel na aprendizagem. Esse é todo o segredo do sucesso: mudanças de dentro para fora.” (Texto na íntegra aqui)

Há muito escrevi sobre a importância de aplicar os novos conceitos de Economia da Atenção ao planejamento didático: um recurso simples e altamente eficaz para transformar a sala de aula e os resultados dos estudantes, frente à aprendizagem e a aquisição de competências (leia o texto na íntegra aqui). Isso é ir além do conteúdo.

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Trecho destacado do livro O guia completo do Storytelling, de Fernando Palacios & Martha Terenzzo, Editora Alta Books, Rio de Janeiro/RJ (2016).

A aplicação do conceito de Economia da Atenção modifica um paradigma essencial da atuação docente, qual seja, passar do “dar aulas” para o “desenhar trilhas de aprendizagens”. O conceito aplicado da economia da atenção modifica substancialmente o fluxo do trabalho docente, passando o centro do processo de si, para o estudante.

Em termos de economia da atenção, mais-é-menos. Em outras palavras, se um professor deseja – de verdade – ganhar a atenção do estudante e, assim, despertá-lo para seu papel protagonista no processo de aprender, ele precisa não preencher horas e horas de aulas com assuntos prontos, mas com pontos de contato (ou touch-points) capazes de instigar o desejo do estudante em engajar-se no assunto, explorando-o de forma significada.

Esse é o primeiro resultado da personalização do material didático: a ATENÇÃO DO ESTUDANTE para um processo todinho pensado nele e feito para ele. Isso mexe com o emocional, e as neurociências já nos ensinaram (e eu já ensinei nos cursos de Ciclo de Aprendizagem) como as emoções são importantes marcadores de adesão do novo conhecimento às redes de conceitos subsunçores, perfazendo o circuito neural da aprendizagem.

Trabalhei esse conceito de emoções e aprendizagem nos textos sobre como usar o modelo Jornada do Herói de Storytelling, e o componente de emoções versus retenção da aprendizagem você pode ler aqui.

Em outras palavras, ao se tornar o foco claro da atenção do professor, cada estudante reage e interage a essa atenção, a seu modo e repertório, dedicando mais tempo para explorar o “novo” (afinal o material é novo, e a turma anterior nem viu!), o que de per se já implica em maior dedicação à aprendizagem e desenvolvimento de protagonismo.

conexoes-mentaisO material personalizado amplia a captura de fase das áreas envolvidas com a aprendizagem, aumentando a captura neural, melhorando a atualização das redes de conceitos subsunçores que são os determinantes da aprendizagem atingida.

Um estudante envolvido com o material e processos que esse material estimula, desenvolve competências para além do conteúdo, em uma formação para a Vida, e não, para a prova.

Resumo puro e prático das teorias de Inteligência Emocional e Neurociências do Foco e Atenção, do super Daniel Goleman.

 

2. Ativar lógica-criativa como modelo mental de engajamento na aprendizagem

E já que falamos de neurociências, é impossível não destacar a necessidade de desenvolvimento de processos lógico-criativos como caminhos para a aprendizagem significativa. Falamos mais desse assunto nesse post, que foi parte do material de trabalho do Workshop para Docentes e Coordenadores de Cursos de Fisioterapia, no 11o. Congresso Internacional de Fisioterapia (Salvador/BA, Setembro/2019).

Nas capacitações do modelo Ciclo de Aprendizagem (nível 1 e nível 2) essa é a tônica das atividades: mudar a narrativa para uma cadência mais criativa, estimulando áreas cerebrais direitas a trabalharem em parceria com o lado lógico esquerdo, mais “dominador e autoritário”.

C2 modelo protagonista
Tudo baseia-se em estimular um set-point emocional favorável ao desenvolvimento de um Growth Mindset no estudante: (a) acreditar que habilidades podem ser treinadas e que competências podem ser desenvolvidas; (2) superar desafios, para desenvolver resiliência; (3) adotar modelos colaborativos, para soluções melhores e mais ágeis.

Mais do que uma realidade de mercado, isso é uma verdade científica: explorar soluções junto com evidências, inovação e treinamento, em processos modulados e simultâneos.

Outra base desse segundo resultado da personalização é trabalhar com o foco no PORQUÊ, um princípio dos líderes, explicados pelo Golden Circle. Já escrevi sobre isso aqui no blog, e esse princípio faz parte da formação em Ciclo de Aprendizagem Nível 2.

 

3. Líderes inspiram: esse é o papel fundamental do professor

Há competências que podem ser treinadas pela repetição de movimentos, trajetos ou métodos: essas são as competências de Aprendizagem (domínios cognitivo e psicomotor de Bloom) e as hard-skills (técnicas). Há outras, porém, que precisam ser estimuladas repetidamente, até que se tornem um hábito: essas são as atitudes (domínio psicoafetivo de Bloom) e as soft-skills (socioemocionais).

A escolha da identidade visual; do material de apoio didático à aprendizagem é tão importante quanto o próprio planejamento de competências.

cocriar2Ele estimula o engajamento na medida em que emoldura o compromisso docente com a personalização da trilha de aprendizagem formativa, a partir do perfil de cada turma. Não é refazer todo o material, a cada semestre: isso é o conteúdo. É usar dinâmicas de diagnóstico didático para identificar expectativas e perfil de cada turma para adaptar a narrativa: isso é formar competências, com o conteúdo.

Um material personalizado é um espelho para o estudante: ele também estimula competências indiretas, como criatividade, inovação e personalização, pelo exemplo e pela liderança que o professor e suas práticas didáticas inspiram. Personalizar material, aulas e interações, traz para a sala de aula essa, que é uma prática altamente valorizada no mercado de trabalho: agregar repertório e valores à oferta de processos, produtos e serviços.

É assim que vamos além do conteúdo e das competências, na formação de egressos aptos a atuar e adaptar-se a um mercado de trabalho em contínua evolução e aos hábitos de consumo que se transmutam com a dinâmica do desenvolvimento tecnológico.

 

Personalizar é o bicho!

Se você é professor ou estudante, que vai apresentar algum trabalho ou seminário (sim, porque aí você se torna o professor da vez!), essa é a grande dica: PERSONALIZE! Use sua criatividade, seu repertório, desenvolva mais habilidades, comunique suas ideias em novos formatos e cores, imprima mais de você ao agir e interagir com qualquer audiência.

O sucesso não tem segredo nem mapa garantido, mas se tem uma coisa que o sucesso tem é a característica de se destacar pelo diferencial. Portanto, ao se diferenciar da média – quando comunica-se com sua audiência – você já andou metade do caminho do sucesso.

Veja um exemplo de quem já entendeu que a personalização transforma a experiência de aprendizagem, engaja a atenção, comunica com mais eficácia e estimula competências para que cada estudante descubra seus próprios repertórios para personalizar sua interação, no processo de aprendizagem:

TEM PRESENTEEEEE!

Gostou desse universo? Se você quiser um material personalizado, desenvolvido por mim, é só enviar um e-mail para dradenisedavinha@gmail.com solicitando maiores informações. O processo é todinho online e os resultados são inenarráveis!

Para ajudar você a personalizar suas experiências didáticas (aulas, apresentações, palestras ou seminários), você tem 3 presentes abaixo:

  1. minha apresentação de palestra, no 11o. Congresso Brasileiro de Fisioterapia, sobre Neurociências e Inteligência Emocional: perceba que imagens, cores e disposição de elementos possuem um papel mais importante na indução da ideia, do que as letras e o conteúdo propriamente escrito. Aqui o foco era trazer a atenção para o que eu falava, com o lado lógico cerebral, enquanto a tela era um grande pano de fundo estimulando, visualmente, o lado criativo. Foi assim que criei mais vias para fixação da mensagem que eu queria passar: neurodidática cativa, engaja e estimula protagonismo, na audiência.
  2. quer mudar seus slides? Vai aqui uma mãozinha (um arquivo de Power-Point) para você usar em apresentações que desejam despertar para a criatividade e inovação;
  3. mais um presente? Teeeemmmmm! Aqui vai mais um arquivo de Power-Point para mudar os velhos modelos…

 

Ciclo de Aprendizagem Sênior: uma abordagem especializada para Gestores do Ensino Superior

Entenda a perspectiva de trabalho de gestão de cursos superiores sob a óptica de Ciclos de Aprendizagem, e como ela é uma ferramenta poderosa para a personalização do trabalho, otimização dos recursos (físicos, financeiros e humanos), e reconfiguração dos processos de aprendizagem e de avaliação da aprendizagem, impulsionando a IES e os cursos para conceitos mais robustos, junto ao MEC.

Que tal conversar um pouco sobre as vantagens e os valores que serão agregados ao seu desempenho de Gestão do Conhecimento, a partir dos conhecimentos e ferramentas que vamos lhe proporcionar?

1. Onde tudo começou?

perguntaNão precisa ser um gênio para perceber que a tão falada mudança nos paradigmas educacionais, alardeada desde o novo marco regulatório do EAD, em 2016, chegou para ficar e para demolir completamente o surrado modelo conteudista no Ensino Superior, que nas áreas de saúde se consagrou pelo modelo biomédico de Flexner, para a construção curricular.

Em 2017, quando comecei a escrever para o portal O Futuro das Coisas, um dos meus primeiros textos foi esse, sobre o futuro da Educação ser híbrido e começar em 2019.

Vamos abrir os olhos e dar uma boa analisada na praia da Educação, que é onde eu surfo melhor? O que tem marcado influência nas transformações que acompanhamos pelo mundo, basicamente, é o fato de as gerações estarem se sucedendo nos espaços sociais e profissionais, e exercendo sua influência sobre eles.

Aos poucos, jovens que cresceram digitalmente vão chegando às salas de aula, ao mercado de trabalho, às universidades. Eles trazem para esses espaços comportamentos diferentes em relação às gerações que chegaram aos mesmos espaços, antes deles. E, em breve, a eles se somarão também os que nasceram digitalmente. (trecho destacado do texto “O futuro da Educação é híbrido e começa em 2019“, O Futuro das Coisas, 24/09/2017)

Pronto! Estamos em 2019 e – realmente – o futuro híbrido está entre nós: na legislação que permite que os cursos superiores sejam semipresenciais (coisa inexistente na época), onde a busca por formações de qualidade e na modalidade digital (plena ou semi) cresce vertiginosamente, e momento em que uma nova geração de estudantes ascende às salas de aulas do Ensino Superior.

A questão aqui não é o fato de eu ser cigana, adivinha, leitora de cartas, mas de estar atenta aos sinais e praticar o Futurismo: uma ciência pautada em mapear o passado, registrar o presente e prospectar o futuro, baseado na evolução de fatos e comportamentos envolvidos em um cenário ou contexto real.

2. Ciclo de Aprendizagem: uma nova concepção para as práticas docentes

Foi esse comportamento de cientista futurista que me guiou nos últimos anos, e foi me despertando para entender as mudanças por vir, a partir dos sinais, que iam aparecendo.

No Ensino Superior, isso é fático: analise a legislação e as diretrizes de avaliação do Ministério da Educação e você terá uma bússola infalível para “prever o futuro”, mas (e principalmente) antecipar-se a ele, saindo na frente e mantendo-se tão ou mais competitivo do que era antes.

livros.jpegÉ assim, igualmente, que procedo ao mapeamento, rastreamento e prospecção de todos os aspectos de design envolvidos nas capacitações docentes, que denominei Ciclo de Aprendizagem:

  • no Ciclo 1, o professor entra em contato com o novo universo educacional superior, pautado pela formação de competências, aprendendo que é preciso mudar a narrativa da aula;
  • no Ciclo 2, esse professor, mais maduro e praticando o que aprendeu, nas suas aulas, entende as neurociências envolvidas na inovação e ganha um novo mapa para usar as neurociências da aprendizagem e foco em favor de melhores desempenhos de aprendizagem, para seus estudantes.

Essas formações docentes são roteiros sistematizados das ciências e práticas que contribuíram para a inovação da forma como se ensina e como se aprende, no mundo da Revolução Industrial 4.0. Docentes que assumem esse novo mindset formam a base para que os Gestores institucionais (Diretores, coordenadores, NDE, colegiados de curso) coloquem em ação aquilo que é a verdadeira finalidade das inovações: a mudança do ecossistema educacional de uma Instituição de Ensino Superior/IES, rumo à sustentabilidade didática e financeira.

Sim! É possível (e viável) colocar as palavras sustentabilidade financeira, inovação da aprendizagem, e sustentabilidade na mesma frase e funcionando em harmonia. Mas há que se saber como orientar esse processo, e quem faz isso é o Gestor (esse, com G maiúsculo).

3. Quais as grandes perguntas a serem esclarecidas?

CONQUISTAR (maiúsculo e com mérito!) um conceito 5 na Dimensão 1, e em boa parte da Dimensão 2, só não é exatamente fácil porque requer mudança de comportamentos e de mindset. É aqui que o bicho pega, porque o ser humano apresenta 2 características básicas, quando o assunto é trabalho: zona de conforto e perpetuação dos hábitos.

Nada muda, em nenhuma área do mundo do trablaho, a menos que uma – ou ambas – dessas situações, ameace àquilo que ele mais teme: mexer no seu bolso. Aí a amígdala cerebral é ativada e, basicamente, sai todo mundo “correndo atrás do prejuízo”. Correto?

Aliás já escrevi também sobre essa péssima atitude do “correr atrás”…

“Como dizia, sou dessas: gosto ainda mais de compreender, de fato, quais são os elementos envolvidos em trajetórias de sucesso. Na grande maioria das histórias, esses elementos são científicos, temperados com muita energia e corajosas doses de futurismo reverso.

São pessoas que compreenderam a natureza dos seus próprios universos pessoais sem se desconectarem da visão ampliada dos muitos universos que podem, e devem, coexistir e colaborar entre si, para romper paradigmas.  Na educação, essas pessoas costumavam ser os professores e quem se interessava por ensinar.

Mas de uma década para cá percebe-se uma mudança importante: há mais gente interessada em aprender, em como aprender mais e melhor, aprender para a vida e não (apenas) para o diploma. Curiosamente (e surpreendentemente) essa gente não era, exatamente, professores.” (trecho do texto Quem ‘corre atrás’ está atrasado, perdeu a hora, ou nem sabia o que estava acontecendo”, O Futuro das coisas, 14/04/2018)

Se você leu tudo até aqui, já percebeu que gosto de fazer as perguntas que ninguém quer fazer. Mas percebeu também que gosto ainda mais de responder a essas perguntas com dados, fatos, tendências e ciências. Ser cientista está no meu DNA e é isso que me torna apta a propor levar você, que é Gestor em uma IES, para um mundo onde vamos fazer as perguntas que ninguém faz, para chegar às respostas que ninguém (ou quase ninguém) tem.

Talvez a mais importante delas, para um Gestor engajado nas mudanças da sua IES em um mercado implacável, como o da educação superior particular brasileira, seja:

3.1. “ONDE ESTÁ O CONCEITO 5 QUE EU NÃO ATINGI?”

ondeSim! Essa é a resposta que vale ouro: no marketing, no desempenho ENADE, na empregabilidade do seu egresso, no valor agregado dos cursos que sua IES oferece, e no valor incalculável de um time de docentes capaz de conduzir a esse resultado.

Para responder a essa pergunta, é necessário fazer (e responder) algumas outras:

3.2. O que é um Ecossistema Educacional/EES e como o conceito de Ciclo de Aprendizagem contribui para a “germinação” dessa visão ecossistêmica?

3.3. Como orquestrar a implementação de um EES por meio de ações ordinárias de gestão?

3.4. Como orquestrar a implementação de um EES por meio de ações extraordinárias de gestão?

3.5. Quais são as práticas de gestão da aprendizagem que geram fertilidade para o crescimento sustentável desse ecossistema, e me levam ao 4 e 5 (do MEC) sem traumas e de forma longeva e sustentável?

Conquistar um conceito 5 é um construto coletivo, que começa com a transformação ativa e protagonista dos atores da sala de aula, se expande em repertórios, estratégias e espaços transversais, se fortalece transversalmente entre cursos, e se consolida entre a IES e a comunidade.

Em cada uma dessas perguntas acima, as respostas levam a um impacto sobre os conceitos alcançados nos itens da Dimensão 1 e 2 do IACG. E esse é o melhor resultado para qualquer Gestor.

Com essa visão, a formação “Ciclo de Aprendizagem Sênior: um Ecossistema Educacional Sustentável(apresentação completa da formação nesse linkvem para trabalhar lado a lado, com gestores em atividade nas suas IES, práticas que alinhavem as mudanças da sala de aula às conquistas em performance e resultados dos estudantes, quer em avaliações de larga escala, que na empregabilidade junto ao mercado de trabalho, pela sólida e dinâmica formação que receberam.

No link acima, você acessa toda a apresentação da formação, incluindo a dor a ser curada e os valores agregados, ao comprometer-se nesse salto qualitativo do pensar a Gestão do Conhecimento, em sua IES.

4. Sua melhor versão na Gestão, a um clique de distância!

Agora você já conheceu a ideia e percebeu que está a um passo (ou clique) de agregar mais valores e ideias ao arsenal de Gestão do Conhecimento que já possui. Você agora vai entender como a Gestão macro dos processos de Aprendizagem confluem, junto com os processos macro de Gestão administrativa, rumo à conquista de melhores e maiores conceitos, para seu curso e sua IES.

magicaAqui a grande questão não tem mágica: tem gestão inteligente, empática, dinâmica, focada em resultados. As práticas que vivenciei estão condensadas em exercícios, simulações, soluções, ações e resultados simples, que serão trabalhados no encontro presencial, para apontarem as possibilidades de melhorias nos conceitos do MEC.

Não tem como não querer um planejamento que conduz uma IES inteira a um novo destino: conceitos maiores, melhores e mais robustos, nas avaliações externas do MEC. São APENAS 10 VAGAS/TURMA! Entre em contato para formar sua turma de Gestores “in company”.

 

 Licença Creative Commons
O trabalho CICLO DE APRENDIZAGEM SÊNIOR: Ecossistemas Educacionais Sustentáveis de Profa. Dra. Denise da Vinha Ricieri está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional. Baseado no trabalho disponível em https://denisedavinha.wordpress.com/2019/08/14/ciclo-de-aprendizagem-senior. Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em https://www.instagram.com/insightsdocentes/.

Protegido: EES, Sessão 1: olhando para dentro do Curso

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Um novo universo educacional chamado Ciclo de Aprendizagem – Nível 1

Você é meu convidado especial para conhecer os valores que vamos agregar ao seu desempenho profissional, após essa jornada juntos. Conheça a proposta completa para se apaixonar pela perspectiva de transformar suas práticas docentes!

Fique ligado no Instagram do Insights Docentes e acompanhe toda a programação, em tempo real. Não deixe a oportunidade de fazer seu 2020 com uma nova carreira docente!

1- Um novo universo chamado Aprendizagem

Ciclos de Aprendizagem são necessários sempre que se busca superar a velha concepção de educação baseada na Pedagogia do Monólogo e da prova. Eles são baseados no desenvolvimento biopsíquico do aprendiz, e sua organização vai além da seriação e da reprovação.

Antes de falar de repertórios e de competências docentes, é necessário ter uma visão macro do novo papel docente no Ensino Superior, porque é preciso construir novas relações mentais sobre o significado das novas expressões educacionais, que dispararam em visibilidade, mas que carecem de dimensionamento dentro da prática docente formal, nas instituições de ensino superior, as IES.

Muitos recursos e estratégias migraram de outras áreas do conhecimento, para a Educação: é o caso da economia da atenção para o engajamento; a gestão da aprendizagem para planejamentos inteligentes; e a inteligência emocional para foco e atenção ativa.

Dentro da própria educação, há conceitos e processos que estão ganhando nova roupagem, nova abordagem, e mais espaço científico e didático. Se por um lado, as metodologias ativas ganharam força, como mudança de paradigma na sala de aula, por outro lado, a grande maioria dos professores ainda carece de certezas sobre quando, como, porquê, e para quê, usar cada tipo de método e/ou de estratégia, em sua sala de aula.

Albert Einstein professor genius scientist mathematician cartoon

Tudo parece um grande emaranhado de novidades, cada uma levando a um desfecho de satisfação dos envolvidos na sala de aula, mas a dúvida de estar (mesmo) “dando conta do conteúdo” sempre paira no ar.

No final das contas, o professor inclui esses momentos de descontração, mas retorna ao velho e bom slide para tirar a tal “dúvida” da cabeça e estar em paz com os planos de ensino e as notas, no final do semestre.

Então, ele conclui que aqueles “momentos diferentes” são só isso: momentos diferentes que ele deve encontrar entre os “momentos necessários” de conteúdo e provas

Você também tem essas dúvidas?

Resumindo, a diversão da mudança ganhou mais visibilidade do que a razão pela qual essas mudanças devem ser feitas. Essa angústia permeia o discurso de todos os que tenho tido a oportunidade de trabalhar, em capacitações e interações – presenciais e online – pelo Brasil afora. Esse é o pilar sobre o qual desenhei esse novo curso.

2- O que você vai aprender?

Percebi que há um trabalho sério que não está sendo feito, tamanha é a ânsia dos professores em mostrar aquela selfie dos alunos no fim de uma aula com carteiras desalinhadas e feições sorridentes e divertidas.

É necessário desvendar a ciência por trás desse novo universo (para nós, do ensino superior) chamado CICLO DE APRENDIZAGEM, composto por 2 elementos-chaves: as TRILHAS e o PROCESSO DE APRENDIZAGEM. É sobre isso que vamos falar e trabalhar.

Acesse aqui a facilitação gráfica do conteúdo e conexões entre os elementos do curso 

Tenho um vídeo no canal que apresenta claramente esses 2 elementos. Veja:

3- O despertar para o novo paradigma é o começo de tudo

Temos que assumir 3 fatos, porque eles existem e são leis:

  • que sua disciplina integra um curso superior, cujo PPC prevê a formação de competências que definem o perfil do egresso, porque isso é o que está na lei e todo curso superior deve possuir esse documento;
  • que a aprendizagem da sua disciplina começou ANTES da seriação onde ela se encontra, e que provavelmente, se continuará em uma ou mais disciplinas APÓS a seriação onde ela se encontra;
  • que o momento da seriação onde essa disciplina se encontra corresponde a um estudante com nível de maturidade cognitiva específico e progressivo, ao longo da formação que recebe, no curso superior onde se encontra essa disciplina.

Assumir esses 3 fatos implica em ter que assumir um quarto fato: você não DEVE (e nem deveria poder) planejar as trilhas de aprendizagem da sua disciplina isoladamente. Ao compreender que a aprendizagem vem antes do seu momento de dirigir a formação, em sua disciplina, e vai além disso, você entendeu que existe um ciclo, contínuo e progressivo. Por isso você deveria trabalhar em planejamentos colegiados, associados ou com pontos de transversalização, para fazer esse ciclo acontecer com mais eficácia.

ENTENDEU O PARADIGMA? Ao aceitar que existem documentos legais que determinam a existência dos 4 fatos acima, e que você deve cumpri-los, porque o processo regulatório do MEC sobre os cursos superiores no Brasil assim o determina, AUTOMATICAMENTE você entende que planejamento colaborativo é fundamental, e você muda de paradigma!

É isso: simples assim. O Ciclo de Aprendizagem existe e flui naturalmente no seu raciocínio, se você despertar para ele. A diferença é que no velho modelo ele não existia como aprendizagem, mas sim, como ensino.

4- O curso conduz você à visão macro dos componentes desse Ciclo

conexoes cerebraisQuando você trabalha com o conceito de CICLO DE APRENDIZAGEM, você muda de paradigma: a disciplina não é mais um fim, em si mesma. Ela passa a integrar uma grande espiral cíclica, que vai além do tempo e espaço da sua sala de aula.

O novo modelo educacional não é feito de momentos de expansão de diversão, mas da continuidade dessa expansão (e diversão, porque não?!) dentro de uma agenda planejada de competências, com foco claro para o desempenho de resultados. Isso, sim, importa para quem contrata um professor e, convenhamos, o mercado de trabalho educacional é um mar que não está para peixes desavisados e perdidos.

Por isso, uma experiência de formação assim, híbrida e densa em ciência, conteúdo e vivências, é um investimento essencial se você já decidiu que “como está não dá para continuar”, mas tem claro que “meu engajamento é determinante no aproveitamento de qualquer formação”.

perguntaViu como tudo começa com a mudança na forma de PENSAR, e não, na forma AGIR?

Se você suspirou nesse momento, é porque seu cérebro entendeu que vai ser necessária uma enoooorme mudança, mas que essa mudança é necessária e que vai lhe abrir muitas novas perspectivas e oportunidades!

5- Como você vai aprender?

5.1. Viva a UX e aprenda mais sobre como dominá-la!

TXT-1aVocê vai viver a experiência de aprender como a nova geração gosta de aprender: de forma híbrida, manuseando tecnologias, buscando informações, construindo suas versões personalizadas de significados.

Para isso o curso começa 10 dias antes do encontro presencial, em uma sala de aula online, onde todo o material prévio, leitura e multimídia, já estará esperando por você!

Há atividades que serão propostas nessa sala virtual e sua execução e entrega ajuda a contar horas de atividades dedicadas ao curso, o que amplia a carga horária cumprida, nessa formação. Essa é a famooooosa sala de aula invertida, ou flipped classroom, que você vai aprender fazendo, e não, no discurso.

Na imersão de 2 dias presenciais (baixe aqui o cronograma geral de atividades) vamos trabalhar produzindo em estações de trabalho alternadas, num outro modelo de método de engajamento e ativação de aprendizagem bem famoso. No presencial não vai haver looongas exposições, mas roteiros de aplicação do material e conhecimento compartilhado virtualmente à prática docentes.

Vamos colocar as mãos na massa, analisar dados, simular cada um dos elementos do ciclo de aprendizagem, e encontrar onde estão nossas dificuldades para compartilhá-las. Ao compartilhar, o grupo buscará por soluções, dentro do que foi apresentado, e meu papel é ajustar – didática e legalmente, frente ao processo regulatório do MEC – as soluções em trajetos factíveis para seu espaço local de atuação profissional.

Aí será você a se divertir percebendo que há um mundo de possibilidades, para uma mesma meta de formação de competências! Aprender a mexer com ferramentas Google for Education, e outras, é a iniciação que você precisa para atingir um outro nível de práticas docentes.

5.2. Aprenda produzindo, em tempo real

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Quando você abre espaço para que o estudante produza a aprendizagem, junto com você, você é obrigado a desligar aquele “cordão umbilical” da tela de projeção do velho e famoso slide, e criar laços, conexões, dúvidas e incertezas.

Esse processo é ligeiramente dolorido para os menos seguros, mas pode se tornar altamente gratificante se você souber como dominá-lo dentro das trilhas de aprendizagem.

Vamos usar um passo a passo que conduzirá você por princípios de Design Thinking, uma das melhores metodologias de soluções empáticas para processos complexos, centrada no usuário. Mas para isso, você deve ter se preparado com o material da sala virtual e já ter encontrado ideias que se ajustem às suas necessidades, da sua disciplina, e da sua IES.

Ter alguém ensinando não significa que você esteja aprendendo: só seu engajamento tem esse poder! Por isso, entenda que esse não vai (mesmo) ser “apenas mais um curso”, e nem vai trazer “aquela velha opinião formada sobre tudo”…

5.3. Descobrir-se no processo também faz parte do curso: aproveite!

TXT-3aNenhuma aprendizagem se dá no vazio, e esse é um princípio batido das neurociências e da inteligência emocional. Portanto, um dos indicadores estabelecidos por mim, no desenho de aprendizagem é despertar para a criação personalizada.

“O que o estudante cria com o que aprendeu?” é a última pergunta a ser respondida, no fluxo de output (ou de saída) das trilhas de aprendizagem. É um dos componentes mais importantes do processo de avaliação do desempenho de aprendizagem, que vai muito além da tal da prova, e vamos trabalhar com isso também.

Como você vai viver a UX no trajeto do curso, meu planejamento de trilha prevê espaço para você se reinventar, dentro do que aprendeu.

Esse processo chama-se meta-cognição e você vai entender como ele funciona porque você vai vivê-lo, em vez de me ouvir falar sobre ele (já tem muito estudo e artigos falando disso).

6- O que você precisa fazer?

legalSem dúvidas, fazer esse curso é uma experiência única, mas que só pode ser VIVIDA, e não, APRESENTADA TEORICAMENTE. Por isso, se você gostou do que leu, se identificou com as atividades e quer muito essa transformação como parte de sua vida, no dia seguinte do curso, a hora é essa!

Aguarde a formação de novas turmas, ou entre em contato para formar uma turma, na sua cidade!

Há sempre uma maneira jeito de viabilizar os recursos que você precisa para agregar ainda mais valor ao seu futuro, e chegar onde deseja. Aposte nela!

Profa. Dra. Denise da VinhaSoluções em Design Educacional

Aprendizagem: você sabe como gerir esse processo, no Ensino Superior?

Gestão da Aprendizagem é uma expressão que vem ganhando espaço no mercado de trabalho educacional do século 21, e conceitua um novo arranjo para velhas competências docentes, acrescidas de inovações e de visão sustentável do ecossistema educacional de um curso superior. Ela faz parte de um universo novo, que ganhou impulso com a era das tecnologias, chamado Ciclo de Aprendizagem.

Gerir a Aprendizagem é uma característica do Professor de Sucesso do século 21, e demanda múltiplos olhares sobre a mesma questão. É por isso que eu reuni toda a minha experiência, desenhei muito material novo e reuni, para você, em uma só Oficina Online que solucionará uma questão que incomoda muitos professores com quem tenho contato, presencial e virtualmente: o que eu preciso para mudar minha prática docente e me tornar um professor de sucesso?

O curso vai ensinar quais são as 3 competências e as 4 classes de repertórios que um docente deve desenvolver para fazer a gestão de um Ciclo de Aprendizagem de sucesso em desempenho estudantil. Isso tudo está alinhado com 2 coceitos chaves da inovação educacional que estamos vivendo: as TRILHAS e o PROCESSO de Aprendizagem.

Essa oficina online tem um Storytelling e tanto!

Nos últimos meses tenho ouvido (e lido também) enormes equívocos sobre o que seria uma coisa e outra, além de acompanhar diariamente a noticiação de muita informação divergente em palavras (porque todo mundo quer criar alguma novidade!) mas convergente em propósitos. Há uma espécie de ânsia docente em noticiar que “está fazendo o novo”, e isso se espalhou Brasil afora.

perguntaAh! Um ponto importante: quem me conhece sabe que trabalho com inovação educacional e trilhas de aprendizagem antes mesmo disso tudo ter esse nome. Em 1998, registrei em Plano de Aula minha primeira “turma oficial” de aprendizagem no modelo maker (mãos na massa), para um conteúdo de fisiologia aplicada da contração muscular, em um Curso de Fisioterapia.

O material era muito simples, mas altamente eficaz: massinha de modelar; as telas (retroprojetor!) mostravam as ilustrações que haviam nos livros de histologia e fisiologia.

Aprendizagem 1: não precisa complicar para alcançar resultados!

Juntos, passo a passo, construímos em massa de modelar as proteínas contráteis, revisamos sua histologia, e fomos fazendo acontecer, na ponta dos dedos, o ciclo completo de pontes cruzadas. Da ativação da contração ao relaxamento muscular, os estudantes passaram a compreender o processo (essencial para o exercício plano da profissão) porque usaram mais de um código para a retenção do conhecimento (e dos nomes!):

  • haviam as cores das massinhas;
  • havia a cinestesia em manusear o complexo de “proteínas (massinha) contráteis”, em fazer uma ponte cruzada acontecer (com íons cálcio e tudo) às vistas;
  • e havia o relaxamento de uma atividade que alternava prazer e recompensa, em termos de circuitos de aprendizagem (o prazer de entender e construir a estrutura microscópica, antes só imaginada, e a recompensa clara de vê-la se reproduzir um evento real, macroscópico).

Aprendizagem 2: boas trilhas de aprendizagem integram os 5 elementos do processo de aprendizagem e, por essa razão, geram estratégias que superam tempo, teorias e mudanças.

As transparências de ontem, e os slides – que vieram bem depois – deram lugar a esse vídeo, que orienta o processo maker da trilha de aprendizagem que eu desenhei, anos atrás.

Ainda hoje, sigo aplicando essa mesma trilha de aprendizagem, para pontes cruzadas na contração muscular, com absoluto sucesso de resultados. Sigo aplicando porque tais práticas são atemporais e, quando bem planejadas e executadas, se convertem em excelentes resultados, mesmo se utilizadas em rápidas oficinas demonstrativas, que é o que acontece quando sou chamada a capacitar docentes e profissionais, nas semanas pedagógicas e nos congressos.

einstein.jpgA minha melhor recompensa, e que gerava o reforço dos sinais de retenção do aprendizado, era chegar ao final de uma única aula e eles terem olhos brilhando por ter a-p-r-e-n-d-i-d-o, mesmo, de verdade, todos os nomes, fatos, eventos, processos e significados. Isso fazia-os perceber que a decoreba era absolutamente inútil mesmo. Um grande passo rumo à mudança!

Experiência agrega valor ao conhecimento: aposte em quem FAZ

Einstein dizia que uma mente que se expande jamais consegue voltar ao seu tamanho original: pois bem, eu acredito que essa seja a razão do porque, de lá para cá, eu só continuei a planejar aulas focadas em aprendizagem e centradas nos estudantes.

Esse “de lá para cá” já somam 20 anos, tempo em que eu pratico, cada semestre mais, planejamentos e práticas docentes que hoje recebem o nome de inovadoras. Durante muito tempo isso era “loucura, coisa de moda dessa tal tecnologia”, mas eu achava sinceramente que estava no caminho certo, e segui minha intuição.

Foram cursos e formações, práticas e tentativas, erros e rejeições por parte de alguns estudantes (nada é unânime, afinal), porém a grande e devastadora maioria dos meus estudantes adorava daquelas aulas “diferentes”.

Para a surpresa de todos, as tais provas teóricas que vinham depois não eram fáceis, mas as médias eram melhores que quando só havia uma fala na sala, com muitos ouvidos silenciosos (com alguns cérebros dormindo, até). Isso fazia com que ninguém ousasse me parar ” naquela coisa de aula diferente”.

E eu? Passei a acreditar mais na minha intuição e nos meus resultados, e passei a registrar minhas aulas e metodologias tais como eram ministradas. Uma outra revolução nos documentos legais, porque “plano de ensino é só copiar e colar!”, diziam os colegas mais antigos e “experientes”. “Está cumprindo todo o conteúdo, mesmo?”, preocupavam-se – desconfiados – os coordenadores de curso que desacreditavam dessa “moda chamada metodologia ativa”.

Pronta para compartilhar ideias e descobrir novos caminhos com você

super heroiAo final desses 20 anos de experiências tantas, com inovação educacional (viva as novas terminologias educacionais, que agora dão nome “aos bois”!) juntei muita aprendizagem, em experiências vividas em salas, de todas as regiões brasileiras (sim, já tive o prazer de rodar salas de aula de Graduação nas 5 regiões do país, meu grande orgulho de diversidade e de identidade docente!).

Pois bem, pensei que já estava na hora de dar uma mãozinha a quem está percorrendo o mesmo caminho que eu já percorri. E qual seria esse caminho?

  1. Aceitar que é um caminho onde nada está totalmente estabelecido e que está em transformação a cada semana que passa;
  2. Um caminho onde ainda não há “aquela velha opinião formada sobre tudo”, onde cada um fala de um jeito e apresenta uma nova “solução”, e nos perdemos diante de tanta informação;
  3. Entender que o vital não é qual a teoria a ser seguida, mas compreender onde e como as coisas se juntam e fazem sentido dentro dos instrumentos e preceitos legais, estabelecidos para o Ensino Superior.
  4. E, seguramente (diferente de 20 anos atrás), um caminho facilitado pela tecnologia, que nos aproxima e nos consola nessa grande dor chamada transformação docente, irremediavelmente necessária para o crescimento e a evolução, porque a nova onda educacional não é mais pautada nas teorias e nos livros, mas nas demandas, hábitos e consumo de mercado de trabalho extremamente competitivo.

Percebo, na ânsia dos professores de agora, essa dor genuína, e que acaba por não encontrar solução definitiva em nenhum espaço formal da docência tradicional. Não encontra porque não há, e é isso que trago na Oficina Online sobre Competências Docentes para gestão da Aprendizagem, com foco para ensino superior e pós-graduação, e que será liberada em Abril/2019.

A oficina tem um conteúdo específico, exclusivo e único (você não encontra esse conhecimento organizado por aí, em livros ou cursos), e ao mesmo tempo, claro e objetivo. As videoaulas, as facilitações gráficas, e os mapas e roteiros de apoio, tudo o que você precisar saber sobre aprendizagem, para usar em seu favor, e trabalhar em algo que torna você e seu currículo únicos e diferenciado em um mercado de trabalho tão competitivo!

Não tem receita de bolo, mas tem muuuuito material para apoiar você em boas tomadas de decisão. Não tem mapa da mina de ouro, mas tem mapas para você se guiar em planejamentos inovadores, até que consiga encontrar seu próprio eixo de trabalho.

Não tem enrolação, porque não sou fluente em mimimi: sou prática, na medida do necessária, e reflexiva, na medida das necessidades de encontrar o rumo, a partir das minhas bússolas interiores. O grande tesouro que compartilho é o que aprendi fazendo, o que FIZ (sim, não falo do que não conheço, nem recomendo aquilo que só li) mesmo errando, e como criei SOLUÇÕES, tanto para aprender com meur erros, como para os conflitos – naturais – com colegas professores mais apegados ao modelo do passado.

superSe você me leu até aqui com interesse, mas não entendeu boa parte dos termos e ideias apresentados, relaxe: esse curso foi feito para você!

Se você leu e entendeu as expressões (pode dar um Google nelas), e quer saber mais sobre a programação dessa Oficina, se liga no vídeo de divulgação, que está no meu canal do Youtube:

E é isso: contagem regressiva aberta para mais uma arte profissional docente: acreditar no poder das tecnologias a serviço da Educação, e usá-las para espalhar conhecimento, compartilhar experiências e multiplicar bons inovação em salas de aula pelo Brasil afora!

Para você, que quer ler um pouco mais sobre as muitas coisas que andam mudando na Educação Superior (minha praia), e se preparar para fazer uma Oficina Online focada em Trilhas e Processos de Aprendizagem, deixo aqui algumas sugestões:

  1. Vamos começar pelo básico? Planos de Ensino! Tem uma minissérie inteira sobre esse assunto, lá no nosso canal do YouTube. Na minissérie 2 (Planos de Ensino), você encontra 13 vídeos curtos, focados em pontos importantes para se ter em mente quando o assunto é Plano de Ensino, incluindo como aplicar a Lei de Pareto para dar foco no Plano de Ensino. Dá pra assistir tudo pelo smartphone, onde você estiver: na fila do mercado, na espera da consulta médica, no transporte para o trabalho…
  2. O Curso vai trazer luz sobre planejamentos e execuções focados em competências. Portanto 2 coisas são essenciais: você conhecer quais são os Domínios de Aprendizagem e como suas categorias se dividem e se complexificam, dependendo da meta que você estabelece para sua unidade curricular. Essa é a Taxonomia de Bloom, essencial para quem quer mostrar como e porque as mudanças em sala de aula são necessárias e capazes de produzir resultados. Na minissérie acima tem 3 vídeos que resumem esse assunto: Domínio Cognitivo (saber); Domínio Psicomotor (saber-fazer); Domínio Psicoafetivo (saber-ser).
  3. Os vídeos do canal são uma amostra da Oficina Online sobre Taxonomia de Bloom em Planos de Ensino, que está disponível para quem quer realmente transformar suas práticas! Esse é um conhecimento preliminar imprescindível, então, sugiro que você aproveite o tempo até o lançamento do novo curso para conhecer o universo das competências e já começar a usar os mapas que  essa Oficina de Bloom traz para você. Corre lá e comece seu curso agora mesmo!

Pronto! Comece por aí e expanda seu interesse pelo assunto. Nos encontramos em breve, em uma nova Oficina Online: Gestão da Aprendizagem

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Oficina Online de Gestão da Aprendizagem de Profa. Dra. Denise da Vinha está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em https://denisedavinha.wordpress.com/2019/03/15/aprendizagem-voce-sabe-como-gerir-esse-processo-no-ensino-superior/.
Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em https://denisedavinha.wordpress.com/.

A Jornada do Herói como estratégia de Storytelling: SOLUÇÃO e DESFECHO

storytelling-7p blog
Os 7 passos da Jornada do Herói fazem parte dessa série de posts que inicia aqui, e compõem uma mini-oficina de capacitação online em Storytelling. Aproveite para inovar suas aulas!

Para quem está ligado nessa sequência de textos, já percebeu duas coisas:

  1. O mundo educacional que vem por aí, pelos próximos 10 anos, é de quem (re)aprendeu a ensinar, ensinando os estudantes a aprender a (re)aprender para a Vida, não para a prova. E se você ainda não é capaz disso, é melhor pensar em outra profissão.
  2. iacg capaÉ preciso muito mais do que os slides e o discurso, para os novos tempos da docência do Ensino Superior. E não sou eu que “acho” isso! Dica de colega para colega: dá uma boa estudada no Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação do Inep/MEC (o IACG de 2018), nos itens que compõem a Dimensão 1. Eles estão mais rígidos que o anterior (de 2012), quanto ao que seja um conceito 3 (conceito mínimo para um curso superior funcionar), e quanto ao papel de cada membro do corpo docente nesse cenário chamado “Objetivos do Curso” e “Perfil do Egresso”.

Em outras palavras: se você não sabe como sintonizar a sala de aula com a gestão do conhecimento, no seu curso, você não é um profissional apropriado para permanecer em um corpo docente competitivo, em tempos tão duros de avaliação. Isso sem contar o ENADE, que é outra história impactante no Curso de Graduação!

desafio-2É assim que o Storytelling vem contribuir para seu repertório de estratégias de inovação educacional, sintonizado com sua realidade, espaço, recursos e especificidade de área.

Combinado? Bora finalizar essa série da Jornada do Herói em 7 elementos fundamentais (que iniciou aqui) para que você apresente já na próxima semana, nos Encontros Pedagógicos, de início de ano/semestre!

1- Revisando o propósito dos elementos anteriores, e como se conectam agora, para os 2 últimos passos

Temos o Cenário e os Personagens, passando por um Conflito/Problema que requerem uma intervenção específica, que só um Herói possui: conhecimentos, habilidades e atitudes, combinadas em uma solução única!

super heroiMas esse Herói (que deve estar identificado com o momento no tempo-espaço de formação com seu estudante) encontra Dificuldades ou Obstáculos para uma solução direta: uma contra-indicação, um momento ruim político ou de mercado (agravantes clínicos ou farmacológicos, para os estudantes de profissões da Saúde). Além disso, a Pressão sobre a solução aumenta o risco de uma tomada de decisões: o que fazer?

Se você percebeu, tudo o que foi planejado anteriormente foi feito para inserir um elemento que, normalmente, você e seu estudante d-e-s-c-o-n-h-e-c-e-m em planejamentos de aprendizagem convencionais (os tais Planos de aula). Estamos trabalhando com o RISCO e o ERRO, como elementos da aprendizagem!

A Jornada do Herói (baixe o material PDF aqui) é uma estratégia simples e fácil, para todos os envolvidos, porque vem de um modelo conhecido desde a infância: contar histórias! Ela abre espaço, em ambiente controlado, para explorar as CONSEQUÊNCIAS DO ERRO, o peso da TOMADA DE DECISÃO, as probabilidades consideradas, quando se ASSUME RISCOS!

E note que isso tudo não vem de uma ação restritiva ou punitiva, o que é comum quando só se faz isso com uma prova. Quando a única oportunidade de tomar uma decisão acontece em um momento de avaliação (seminário, provas, ou similares valendo nota), o professor imprime ao erro um caráter punitivo.

Vamos explorar esse SIGNIFICADO da Jornada do Herói, enquanto estratégia de aprendizagem e incorporação positiva do erro como elemento das trilhas de memorização e de tomadas de decisão, em situações de RISCO?

2- Como a Jornada do Herói e as neurociências interagem em um novo modelo de ensino-aprendizagem?

conexoes cerebraisEm termos de neurociências, usar o RISCO e o ERRO apenas em momentos em que eles representem uma consequência punitiva, significa dar reforço a um circuito de sinais, comandados pelo lado lógico do cérebro, que passará a inibir o lado criativo, na busca por soluções inovadoras e de risco, porque a probabilidade de que elas venham a causar perdas impactantes (nota, reprovação) é muito alta. Mas cuidado ao assumir a relação direita-esquerda como absoluta e imutável: estude bem esse assunto para aplicar estratégias bem-sucedidas, baseadas em lógica-criativa.

Como resultado, o estudante passa a responder “o que o professor quer” e se descola do processo em si: idear, selecionar, avaliar, prototipar, testar, revisar, ajustar, aplicar, obter sucesso. E se o papel desempenhado por um professor inibe todo esse processo, a pergunta que fica aqui é: QUAL É O PAPEL DESSE PROFESSOR, AFINAL?

superA estratégia de Storytelling, permeando o Plano de Ensino, e Planos de Aulas, recupera o processo acima, em qualquer contexto de metodologia, ou perfil de Projeto de Curso (PPC). Ela personaliza a regionalização, abre espaço para discussões locais, globais, individuais ou coletivas, porque é o professor que abre espaço para isso, usando o melhor cenário e os melhores personagens e conflitos para aquilo que precisa ensinar, dentro do espaço de aprendizagem da sua disciplina.

O estudante se questiona o tempo todo: não há (ou não deve haver) caminhos únicos e seguros, porque os elementos de dificuldades e de pressão o fazem (re)pensar e (re)unir tudo aquilo que já lhe é conhecido, até esse momento, e tomar uma decisão justificada, baseada em evidências, riscos, necessidades de resultados e, principalmente, EMPATIA.

3- É hora da SOLUÇÃO DO HERÓI: momento da tomada de decisão e de assumir riscos!

É assim que o estudante chega à SOLUÇÃO DO HERÓI, respondendo à pergunta:

“Como resolver o CONFLITO, superando as DIFICULDADES e os ELEMENTOS DE PRESSÃO, aplicando uma SOLUÇÃO DE INTERVENÇÃO com inteligência, inovação e criatividade, aplicando o conhecimento recebido?”

A orientação para a solução deve ser a de uma resposta que contenha os quatro elementos-chaves acima, discriminados, ponderados em probabilidades de desfechos e condições claras de aplicação. O cenário e os personagens devem estar aptos a receber, plenamente, a SOLUÇÃO DO HERÓI.

É o momento do diferencial, da personalização, dentro do coletivo! E nesse momento, é ainda possível que o professor abra espaço para passar de um Storytelling para um Storydoing. Como? Eu explico…

3.1. Do Storytelling ao Storydoing: abrindo a SOLUÇÃO DO HERÓI para diferentes tipos de engajamento, na aprendizagem lógico-criativa

A participação cada vez mais ativa dos consumidores que produzem conteúdos, os chamados “prosumers” (anglicismo de produtor + consumidor), e a necessidade das empresas gerarem o vínculo desejado com seus públicos, fazem do storydoing uma das formas de comunicação que se impõe nos dias de hoje.

O eixo que move o storydoing é constituído por histórias reais. A experiência do consumidor é o mais importante neste contexto, tornando-se a base para se construir uma forma atrativa de atingir o  mercado. (Texto completo aqui)

Ao construir o espaço que precede a solução, você pode chegar a esse momento de duas maneiras:

  1. Oferecendo as possibilidades fechadas de escolhas (em torno de 2 a 3 opções): nesse caso, você continua na experiência Storytelling. Toda a narrativa é controlada por você, para assegurar um padrão de desfecho, que atenda a competências de aprendizagem previamente estabelecidas (geralmente eu uso Taxonomia de Bloom para esse planejamento). Essa é uma possibilidade para iniciar seus estudantes na estratégia de Jornada do Herói: é preciso treinar a habilidade de tomar decisões, em níveis menos complexos e arriscados, antes de abrir o cenário para a próxima etapa: a apresentação de soluções abertas, por parte do estudante.
  2. desafioDepois de uma ou duas experiências, no formato anterior, suas turmas estarão preparadas para o formato Storydoing, ou seja, a narrativa passa ao controle da criatividade do estudante que, diante da possibilidade de uma solução aberta, escolhe um final de acordo com suas percepções, aprendizagem, e desejo de assumir o controle do desfecho. É só no Storydoing que o porfessor consegue avaliar como a aprendizagem, oferecida pela disciplina, compôs um itinerário formativo, associado aos conceitos subsunçores (reveja sobre essa definição, nesse texto).

professor de sucesso-2Em outras palavras, ao expandir do Storytelling para o Storydoing, o estudante se torna parte efetiva da narrativa e da construção do desfecho. Ao ter liberdade para escolher a solução, assumindo risco e calculando probabilidades, o professor tem a clara ideia de como o aprendizado se deu, e tem a chance ÚNICA (que não ocorre em outros tipos de estratégias) de fazer correções nesse itinerário, ajustando-o e/ou melhorando sua precisão.

Só o erro dá espaço para ajustes de trilhas mentais, que ocorrem pelo upgrade dos conceitos subsunçores, a partir da nova aprendizagem. Quem consegue fazer isso acontecer, na sua sala de aula, consegue formar um profissional melhor, mais bem preparado para as transformações de mercado, capaz de raciocinar, calcular probabilidades e arriscar soluções mais inovadoras e criativas.

professor de sucesso-3De forma geral, esses egressos também alcançam melhores desempenhos em exames de larga escala (como ENADE) e daí vem o princípio de que é na sala de aula, e nas práticas docentes, que começa a Gestão do Conhecimento de um Curso Superior.

Ou seja, o verdadeiro gestor de um Curso é o corpo docente, e um professor de sucesso é aquele que já compreendeu essa nova competência e a desenvolve, a seu favor, tornando-se peça imprescindível para qualquer Curso, em qualquer Instituição de Ensino Superior (IES).

4- Ao final, no DESFECHO todos construíram a melhor aprendizagem, e treinaram as melhores competências

E o que dizer do desfecho, depois disso tudo? Só que ele é uma consequência natural de todo o planejamento!

Uma Jornada do Herói bem planejada chega ao desfecho com as seguintes características:

  1. Alinhavou (para o estudante) aprendizagem, significado, valores, empatia, riscos e desempenho, tornando real a discussão do processo, e não, do produto.
  2. Ofereceu (ao docente) espaço para treinar competências técnicas (específicas da profissão) e socioemocionais (trabalho com as Big Five), além de trabalhar com competências treináveis, essenciais para o profissional do futuro. O melhor: construiu tudo isso em um só amálgama, chamado trilha de aprendizagem, que renovou os conceitos subsunçores com sucesso, sucesso esse medido pelo desfecho alcançado pela solução do Herói!

O DESFECHO é puro diálogo, tipo “roda viva”: saia da frente da sala, sente em roda, deixe que eles tragam imagens, textos, vídeos para ilustrar sua solução chegando em um desfecho. Os desfechos são espaços de igualdade: rir do erro apresentado e vibrar com a correção para melhores soluções é minha melhor dica para esse momento!

desfechoO desfecho, em si, inicia uma nova história, um novo ciclo: o desfecho pode ou não ser sustentável, pode criar uma nova realidade ou um novo equilíbrio, e tudo isso está aberto para a discussão entre a expertise (aháaa! Aqui sua experiência faz a diferença em formar egressos diferenciados!).

Crie um novo vínculo com suas turmas.

No fundo, todos somos heróis, se nossa sala de aulas for um espaço aberto para o mundo, real e imaginário, e nossas competências profissionais devem tornar esse espaço um lugar melhor para todos. Desenvolver essa percepção e treinar essas habilidades é o que torna a estratégia Jornada do Herói única e flexível, ágil e personalizada, capaz de treinar comportamentos de análises, riscos, decisões e soluções.

Agora que você tem o roteiro completo, explicadinho, é hora de ser “essa metamorfose ambulante”, e não tem mais razão para continuar com “aquela velha opinião formada sobre tudo”.

Inscreva-se no canal Insights Docentes no YouTube, acompanhe nosso perfil no Instagram e venha fazer parte de novas trajetórias – dentro e fora – da sala de aula, componto o Clube do Professor de Sucesso!

1-desenhe
Até o próximo desafio de estratégias inovadoras!

 

Planner 2019, parte 1: escolha as metas e entenda o desafio

welcomeOlá!

Essa sou eu, na versão second life (que também é um recurso para trabalhar estratégias engajadoras de aprendizagens) e você acaba de chegar ao meu espaço de intercâmbio de ideias e proposição de desafios! Que tal um 2019 desenhado em 365 dias de foco em mudanças, sem que isso se torne um fardo ou um peso para você?

Boralá conhecer o Planner de Inovação Insights Docentes, versão 2019!

Em 2017 eu acompanhei de perto as muitas mudanças no mundo da Educação Superior, e escrevi sobre elas e o Futuro da Educação. Foi assim que nasceu a ideia do primeiro Planner de Inovação Educacional, para esse 2018 que termina.

checkedA experiência foi tão boa em usar um mapa, ou bússola, que sugeria mudanças e motivava a reflexão por meio de acesso direto a material multimídia – via QR-Code – que nesse ano planejei algo mais detalhado, mais interativo e, principalmente, mais focado em descobrir a inovação no dia a dia.

As viagens que fiz em 2018, capacitando e orientando, professores e estudantes, tanto na parte educacional (em metodologias ativas), quanto na parte técnica (em análise do movimento), deram-me novas perspectivas sobre as dores que todos estão vivendo dentro dos muros das faculdades e universidades.

Desde a sala de aula até a gestão dos cursos, a palavra de ordem é INOVAÇÃO, e o verbo de ação é TRANSFORMAR. Muitos estão perdidos: somos (me incluo nessa!) frutos de um modelo ultrapassado de formação, para a profissão queescolhemos.

perguntaEstamos vivendo uma mudança de era, a transformação para um modelo completamente paradoxal àquele que supúnhamos dominado, e onde diploma, conteúdo e aulas – nossos pilares centrais de “atração” para o Ensino Superior, deixaram de ser o objeto de desejo da grande maioria dos egressos do Ensino Médio.

Perdidos nesse limbo, entre o que era e o que será, estamos tentando saber como inovar, como transformar, como nos reposicionar, mas não há modelos ou narrativas prontas capazes de atender a essa necessidade.

legalEntão veio a ideia: as novas competências para o mundo do trabalho (e não é só para os docentes) demandam novos HÁBITOS e novas HABILIDADES, e isso não se adquire por mágica, nem de um dia para outro. Os melhores resultados para quem transformou efetivamente suas práticas vieram do cultivo diário de novas formas de pensar, da busca por repertórios complementares àqueles já dominados, da prática empática do planejamento daquilo que se oferece em processos, produtos ou serviços.

Vale na Educação, vale no mercado de trabalho.

Assim foi nascendo, aos poucos, a ideia de um Planner mais interativo e mais personalizado, com foco em resultados que possam ser medidos porque se converteram em inovações reais, capazes de serem sustentadas no tsunami diário de compromissos e obrigações a serem cumpridas.

O Planner de 2019 é diferente em 3 pontos fundamentais, para quem quer mudar-SE:

1- ele trata a mudança de dentro para fora, desde o planejamento dessa mudança;

2- ele inicia com 6 metas básicas, e 6 sugetões de etapas para concretizar as transformações;

3- cada meta pode ser personalizada, de acordo com a área de atuação, especialidade de trabalho ou campo de estudo, porque as etapas trazem o significado dessa mudança para o mundo de cada um; e

4- ele não está fechado: será alimentado semanalmente com as interações que fazemos nas mídias que nos reúnem: o canal Insights Docentes no Instagram e no YouTube.

sherlockEm síntese: o Planner abre 2019 para uma imersão de trabalho diária, um “curso” de 365 dias de atividades, ora reflexivas, ora ativas, ora compartilhadas. Para dar organização a esse planejamento ousado, eu usei o resultado das enquetes que fizemos durante o mês de Dezembro/2018, no Instagram, com a rede de seguidores do canal.

Assim, essa nossa imersão rumo à transformação e conversão de resultados tem sua participação direta, desde o planejamento, até a execução (vem mais coisa boa por aí!).

Você pode baixar o PDF para impressão das páginas iniciais do Planner, mencionadas nesse texto, clicando aqui (o restante você baixa no próximo post, ou no link está ao final desta página). Elas estão formatadas para impressão em formato A4. Para melhores resultados, imprima em modo normal, colorido, e escolha um papel cuja gramatura esteja entre 90 e 115g/m2. Para a capa, sugiro uma gramatura mínima de 150g/m2. Saiba mais sobre gramaturas e as melhores escolhas para impressão.

Vamos conhecer como os elementos do Planner podem lhe ajudar, em 2019?

Conheça os elementos e a dinâmica que convida você a planejar e realizar mudanças

(a) CAPA

planner2019 CAPA A capa é ilustrada no padrão “flat”, ou seja, ela traz ilustrações planas, simples, geométricas. Aqui a essência é não roubar a atenção do que se deseja: FOCO NAS METAS, não no visual.

Você pode imprimi-la em um papel de gramatura maior, para encadernar todo o Planner e, então, personalizar com seu nome, adesivos, colorir… Divirta-se!

RAZÃO: parte do processo está em recrutar cada vez mais o lado criativo do cérebro para que trabalhe em cooperação com seu lado lógico. Abrir espaço para a personalização significa PENSAR SOBRE O QUE SE FAZ, refletir mais demoradamente.

A proposta é quase um meditar ativo, onde o desejo de mudar as trilhas mentais antigas nasce do comprometimento com o instrumento: acrescentar aquilo que nos agrada, a ludicidade do manuseio, a identidade do colorir. Aqui começa o traçado de novas trilhas mentais, capazes de gerar novas formas de pensar, agir, reagir e interagir com nossos próprios propósitos, antes que mudar a forma como lidamos com nossas tarefas. Detalhes são muito importantes: dê atenção a eles.

(b) INFORMAÇÕES & INSTRUÇÕES GERAIS

planner2019 ORIENTACOES
Preste atenção nessa página impressa: ela conta para você as estratégias do processo que o Planner quer estimular, por meio dos recursos e do formato desenhado para essa experiência de mudanças pessoais, frente às demandas inovadoras do mundo da Educação.

A página inicial foi feita para oferecer um start nesse processo e, como a ideia central é pensar fora da caixa, sair do quadrado, planner foi desenhado com base no conceito de hexágonos. É interessante o porque dessa escolha e basta saber que as formas geométricas possuem significados psicológicos e no design de comunicação.

RAZÃO: Você pode explorar essa ideia e chegar às suas próprias conclusões, porque toda leitura diferente é uma leitura que acrescenta à inovação!

(c) Passo 1: escolha a(s) meta(s) e comprometa-se com ela(s)!

planner2019 PASSO-1 DICAS

A experiência tem mostrado que para o desenvolvimento de comportamentos inovadores em práticas docentes, em qualquer área, são necessários – pelo menos – 6 pilares básicos, muito bem estabelecidos.

Esses 6 pilares estão resumidos no passo 1 e representam sua primeira etapa. O que você pensa ser mais importante transformar primeiro, considerando seu próprio universo de atuação profissional e o momento que está vivendo? Nessa página você vai escolher uma – ou mais – metas.

Mas lembre-se: quanto mais metas, mais complexas serão as ações necessárias se você realmente se comprometer com as mudanças que cada uma delas propõe.

Então, que tal começar com uma a uma?

Quem me conhece sabe: meu primeiro passo foi PENSAR DIFERENTE. Essa foi a minha escolha! Achei incrivelmente essencial, para meu modo de levar a vida e o trabalho, ir em busca de conhecer como pensava a nova geração, para recalibrar meu próprio modo de pensar e planejar minhas práticas docentes.

como ehAssim, investi pesado em mim: em um curso e um weekend de pensamento inovador, em São Paulo, e depois, em uma formação presencial super, de 4 dias, em Design Thinking com um dos melhores designers brasileiros da atualidade. Entenda que, na maior parte das vezes para ter algo diferente você precisa ser “aluno novamente”, ouvir mais atentamente, e olhar o mundo pelos olhos de outras perspectivas (e idades).

RAZÃO: Ler é um começo, mas para mudanças maiores, ler não é suficiente, porque tendemos a filtrar as leituras pelas nossas trilhas mentais. E são exatamente elas que precisamos renovar!

Por outro lado, a maior parte do que é online, muito barato e gratuito, não oferece os recursos essenciais que permitam o aprofundamento necessário na aquisição de novas competências: é preciso ousar e planejar os investimentos também!

Analise suas possibilidades, faça um planejamento e priorize-SE, em detrimento de coisas que podem ser redimensionadas em função de fortalecer – e até repocionar – sua carreira docente, estudantil e/ou profissional. Vale muito à pena!

(d) ESPAÇO DAS IDEIAS: às vezes é preciso começar por aqui…

Você pode escolher sua meta no passo 1, ou ainda não ter muita certeza por onde começar. Está tudo bem: todo processo começa assim. Então eu preparei um espaço especial para você rascunhar aquilo que deseja e dei a eles hashtags para que possamos trazê-los à tona no Instagram e nas nossas interações online.

As neurociências mostram que visualizar recompensas para novos feitos ajudam o lado lógico do cérebro a reforçar uma trilha nova de comportamentos e de aprendizagem, ao mesmo tempo em que permite maior liberdade de ação ao lado criativo no desenvolvimento de novas ideias.

Em outras palavras, o planner tem um ESPAÇO DAS IDEIAS para seu lado criativo registrar expectativas, enquanto seu lado lógico encontra soluções para executá-las, aprendendo novos repertórios e criando novas oportunidades. Quer saber mais como isso funciona?

planner2019 PASSO-IDEIAS
Essa página pode ajudar você a se decidir por uma meta, no PASSO 1, caso você não tenha claro, ainda, por onde começar seu planejamento de mudanças para 2019. Detalhes no texto.

Escreva suas expectativas no lado “e se…” e determine o que é preciso aprender/ fazer no lado “preciso”. Algo como:

E SE… eu fizesse videos animados para explicar os elementos básicos do necessários para desenvolvimento de uma habilidade, que faz parte do meu trabalho (seja você um professor, um estudante ou um profissional, tanto faz)

Portanto, você está inclinado para 3 metas, daquelas 6 apresentadas:

Para tornar realidade esse repertório desejado (ex.: produção de vídeos) e atingir a meta (ex.: produzir ao menos um vídeo), é hora de passar o caminho para a coluna “preciso”:

PRECISO… fazer um curso de edição de vídeos, aprender como produzi-los e publicá-los em espaços digitais, para acesso dos meus estudantes/clientes a ele.

Pronto: expectativa/sonho encontrou com a lógica da realização, ou o caminho. Isso ajudou a entender o que é preciso para chegar a novos resultados (nesse caso: “explicar os elementos básicos do necessários para desenvolvimento de uma habilidade, que faz parte do meu trabalho”). Começa a parte da ação: pesquise, levante preços, faça cursos gratuitos para experimentar como é a produção de vídeos (tenha certeza dos seus desejos antes de investir no aprofundamento das novas competências).

Trabalhe nesse processo e, ao final, APÓS PRODUZIR UM VÍDEO COMPLETO, aí sim marque cada nova conquista circulando o EU FIZ! (note que EU FIZ! é maiúsculo e representa o registro de conquistas pelo seu lado lógico do cérebro, em oposição ao “e se…” e “preciso” que estão grafados em minúsculo).

excelenteÀs vezes é mais fácil determinar o início do que precisamos registrando aquilo que gostaríamos (“preciso”), dando significado ao porque de investir nesse sonho (“e se…”). Preencha esse ESPAÇO DAS IDEIAS com as muitas coisas que você passou 2018 desejando, mas não achou tempo, oportunidade, dinheiro (ah! o dinheiro!), motivação ou que, por qualquer outro motivo, você não levou o desejo adiante.

Talvez muitas delas tivessem acontecido se fossem registradas, pensadas, planejadas e testadas. O Planner vai ajudar para que em 2019 os resultados sejam diferentes.

Gostou? Então agora é hora de ir em frente: no PASSO 2 do Planner de Inovação você vai mergulhar na mudança diariamente e fazer as perguntas que anda evitando, porque elas vão, inevitavelmente, tirá-lo da zona de conforto!

logo planner ID 2019 blog-1Resumão:

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