Meeting 1 de neurodidática: sua história de sucesso

nahTudo começou com a necessidade de comunicar-se, profissionalmente, com a audiência.

E o papo seguiu: o crescimento exponencial das tecnologias e do acesso à informação desconfigurou o que tínhamos muito bem estabelecido como espaços e modelos de comunicação: sala de aula, palestras, vídeos loooooongos (dar aula pra câmera não muda o fato, só o meio…) e cansativos. Muitos sentiram-se perdidos.

De repente, isso tudo não funciona (tanto) mais como antes. A audiência não vem, é resistente ao trabalho do deslocamento, da busca, da procura. A audiência quer mais, quer o melhor, ao alcance do clique, na sua própria expectativa.

De repente, falar – e ser ouvido – não é mais (tão) simples assim. E agora?

Negócios despencam, profissionais diferenciados tornam-se esquecidos, mas há influencers (nem sempre tão bons assim) que se tornam o centro do processo de escuta ativa de massa. E não é aí que a história cessa…

como-eh.jpgHá também os cursos e formações de altíssima qualidade que acabam preteridos por invasões online de oferta de formações curtas, rápidas, relâmpago mesmo, altamente duvidosas em qualidade. E esses últimos derrubam tudo o que se tinha por balizador de qualidade e diferencial porque entregam mais palavras agradáveis ao paladar da vez: online, curto, rápido (e parcelado).

Nos últimos meses perdi as contas dos muitos colegas chegaram a mim com essas inquietações. O mundo não é (e nem será) mais o mesmo, e o que eu devo fazer para não “cair do bonde e ficar pelo meio do caminho?”, me perguntaram.

Foi assim que nasceu a ideia desse Meeting presencial (sim, é presencial, por enquanto, fazer o quê?!) para conduzir as ideias de colegas e outros profissionais pelos caminhos mentais que já percorri, há alguns anos, quando me deparei com as mesmas questões inquietantes.

Para você que (ainda) não participou, fica aqui o roteiro e a ideia: que tal fazer essa roda de conversa aí, no seu espaço geográfico também? Me chama que eu vou!

1. Tempos Exponenciais

Vivemos tempos exponenciais e a grande sacada é sair das atitudes lineares e migrar para o pensamento exponencial de tudo aquilo que se é e que se faz, quando se trata de carreira e mercado de trabalho.

Basicamente, eu trabalho esse momentum em 2 situações, quando facilito o desenvolvimento de profissionais:

  • nas capacitações híbridas de Ciclo de Aprendizagem, o nível 2 começa com essa apropriação de cenário, por meio do conceito Momento Iridium: a lição da Motorola da década de 80 pode estar acontecendo a-g-o-r-a na sua vida. Se liga!
  • nos cursos de Biofotogrametria e Design de Movimento, uma formação técnica que desenvolvi em 1999, e que volta em 2020, com formatos híbridos, foco em cinesiometria aplicada (estréia em avaliação específica para Pilates Contemporâneo), e com novas tecnologias e ciência agregadas.

A base desse princípio é que se você continua oferecendo as mesmas velhas experiências (diferente de processos, produtos ou serviços), você fatalmente está em processos lineares de atuação profissional.

O mundo já mudou e você segue dirigindo seu carro profissional olhando pelo retrovisor. Mude! É preciso olhar para frente, antecipar-se aos sinais da estrada, e ajustar a velocidade, o sentido, a ciência e a tecnologia que a sua práxis envolve.

2. A comunicação mudou

E se você ainda se comunica pelos velhos canais, é por isso que está à margem de toda a dinâmica de alcance de audiência, inovação e (o mais importante) comunicação.

ensino-aprendizagemNem sempre que você fala, alguém lhe escuta: isso não é comunicação. Mas é isso que a avassaladora maioria dos profissionais pensa e (pasme!) segue fazendo. Esse é o retrovisor que precisa ser desapegado, abandonado. Nada mais é como antes e não há parâmetros sobre como será, daqui há algum tempo.

Fazer mais do mesmo é seguir em sistemas fechados, de baixa entropia e, portanto, de baixa energia. Eles tendem à morte por esgotamento e foi isso que aconteceu com tanta coisa que você julgava imbatível há uns… digamos, 20 anos atrás: a TV aberta, meios de comunicação convencionais (rádio, jornais), diploma, serviços bancários presenciais, e o celular.

Esses foram sistemas fechados que morreram sufocados na própria falta de adaptação ao caos trazido pela tecnologia ao velho modo de pensar, agir e fazer negócio. Aliás eu trabalho esse conceito de renovação de tecnologia, usando o Storytelling da evolução das telecomunicações, em uma Oficina Online destinada a você mudar seu mindset: Novas tecnologias e o mundo do trabalho. Super recomendo que você use essa experiência para dar um upgrade no seu mindset.

3. A era das experiências

O que é necessário é acompanhar, passo a passo, cada evolução, cada nova tecnologia e seu impacto na própria área de atuação, e diante disso, traçar ajustes de estratégias, narrativas, perspectivas e experiências.

Sim: E-X-P-E-R-I-Ê-N-C-I-A-S! Vivemos a era das experiências, onde o usuário e suas necessidades são o centro de todo o processo de comunicação para negócios, de qualquer natureza. Ninguém mais oferece o preço de um produto, processo ou serviço. A era é do envolvimento no valor da experiência dos diferenciais, em cada área do conhecimento e do mercado.

magicaSentiu a diferença? Preço versus valor. Oferta versus envolvimento. Negócio versus experiência. A mágica da mudança começa aqui! A própria terminologia conduz a mente a desejar sempre a segunda opção, e isso é a aplicação das neurociências para esclarecer um ponto fundamental em todo nosso papo, nesse Meeting: o Human Centered Design veio para ficar, junto com o Growth Mindset e a Inteligência Emocional.

São pilares de mudança de forma de pensar, de encarar o mundo, de agir, reagir e interagir em tudo, nesses novos tempos de tecnologias em expansão exponencial. São os pilares da mudança de resultados.

4. As emoções determinando as histórias

Em um mundo em que tudo é novo, inovador, disruptivo, avançado e tecnológico, tem-se a sensação de que não se sabe mais nada. Parece que nada daquilo que trazemos como experiência se encaixa nas novas expressões, métodos, modelos e filosofias.

É aqui que você se engana, porque não está explorando seu maior VALOR: sua história, enquanto experiência e narrativa. Vivemos num mundo onde a narrativa é mais importante (ou quase) que o conteúdo: se conteúdo é rei, como se diz no marketing, a narrativa é a coroa.

Mudar a narrativa do que faz, para o PORQUÊ se faz, pode ser toda a diferença que você precisa dar à sua comunicação profissional. O Storytelling é uma ferramenta super-eficaz para isso, e o Meeting de Neurodidática junta tudo o que foi apresentado acima para orientar cada profissional na criação da sua própria narrativa, adequada para suas finalidades, sem copiar-colar e de forma genuína.

legalÉ isso que importa nas comunicações profissionais dos tempos atuais: como se conta o que se faz, porque se faz e qual o valor de se fazer dessa (e não de outra) maneira.

Aqui mora o segredo do sucesso da narrativa profissional e, por consequência, da comunicação com a audiência.

Venha você também participar desse encontro que abre portas! Nosso Meeting de Neurodidática tem 2 encontros, e esse foi o primeiro, com foco na captura de atenção e engajamento de audiências por meio do Storytelling.

No próximo, a gente aprofunda no propósito e nas ferramentas, combinado?!