Novas Tecnologias e o Mundo do Trabalho

Bem-vindo a um novo mundo, com novas maneiras de aprender!

desafio-2O grande desafio da nova geração de profissionais é aprender o que já está estabelecido para sua profissão, e em seguida, continuar aprendendo como adaptar seu conhecimento à contínua evolução de um mercado de trabalho onde as tecnologias reconfiguram os hábitos de consumo e percepções de necessidades.

Para isso é preciso entender o personagem principal dessas grandes mudanças: a tecnologia, em si.

Oficina Online NOVAS TECNOLOGIAS E O MUNDO DO TRABALHO

Desenhei uma oficina introdutória sobre a necessidade de um mindset exponencial, e como rastreá-lo em si mesmo e no mundo que o cerca, porque o principal problema que encontro (mais frequentemente do que gostaria) para ajudar as pessoas a trabalharem com inovação, em suas vidas e profissões, é que elas querem mudar o que FAZEM, sem mudar como PENSAM. Isso é viver e agir como no passado, por isso grande parte sente-se frustrado e reclama que “comigo não funciona!”.

FUNCIONA SIM! Mas é preciso mudar de princípios.

Veja: não dá para dirigir um carro automático procurando onde está o pedal da embreagem (entendedores entenderão), porque câmbio manual e automático, em carros, possuem tecnologias diferentes de funcionamento. O mesmo acontece quando se pensa em inovar o que se faz: se você procurar incluir “pedal de embreagem” em planejamentos “automáticos”, também não vai funcionar.

O conteúdo vai ajudar professores, estudantes e profissionais a entender um novo universo chamado desenvolvimento exponencial, onde a velha maneira de pensar e de agir não sustentam mais práticas profissionais competitivas, no atual mercado de trabalho, hoje e no futuro.

legalClique aqui para aprender que, para fazer carreiras diferentes, e que façam a diferença (inclusive com melhores remunerações), é preciso mudar como se PENSA: o nome disso é MINDSET.

A oficina aplica os 3M ao seu modo de aprender: Multiplataformas, Multitarefas e Mobile.

para onde

Ao final dessa Oficina Online, você terá investido na mudança do seu mindset, desenvolvido formas de rastreamento e identificação de mudanças influenciadas por tecnologias, e poderá se antecipar às tendências que identificar, na sua área de atuação.

E tudo começa exatamente aí: na forma de pensar, no mindset. A oficina trata de como as tecnologias transformaram nosso mundo e nossa rotina pessoal. Entender como o processo acontece é a base para planejar uma carreira de sucesso e de longa duração. É por aqui que a gente começa!

Ou seja: você saberá como impulsionar suas competências, e descobrir quais são os melhores repertórios nos quais devem investir seus esforços (pessoais, de aprendizagem, e financeiros) para obter retornos mais consistentes, eficazes e impactantes. Você será capaz de agregar valor ao que se faz, sabendo explorar, de forma inteligente, a tecnologia que nos rodeia todos os dias.

São 4 seções temáticas, com roteiros de aprendizagem e mais os videos bônus, que guiarão você no material e nas competências que estão sendo estimuladas. Para todas as sessões há muito material de apoiolinks e exercícios práticos ao longo dos textos, para que você treine competências multiplataformas e multitarefas na hora de aprender o novo. Tudo foi desenhado com muito cuidado para que você amplie seu conhecimento sobre esse mercado de trabalho emergente e aprenda expressões sintonizadas com a nova dinâmica profissional.

avatar

A Oficina é ambientada nas ciências do movimento, ou Cinesiociências, mas seu conteúdo (por ser introdutório) é livre e aplicável a todas as áreas e interesses. A linguagem simples e o livro escolhido, para amparar o desenvolvimento da habilidade de rastreamento de mindset, tornam a trilha de aprendizagem um caminho agradável, reflexivo, desafiador (para quem realmente executar as tarefas!), e muito compensador nos resultados finais.

Venha comigo nessa jornada!

Licença Creative CommonsLearn Lab Project: Novas tecnologias em Cinesiociências de Denise da Vinha está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em https://www.youtube.com/channel/UChaeuFGuZaygcPRODAT7ofQ.
Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em dradenisedavinha@gmail.com.

Aprendizagem: você sabe como gerir esse processo, no Ensino Superior?

Gestão da Aprendizagem é uma expressão que vem ganhando espaço no mercado de trabalho educacional do século 21, e conceitua um novo arranjo para velhas competências docentes, acrescidas de inovações e de visão sustentável do ecossistema educacional de um curso superior. Ela faz parte de um universo novo, que ganhou impulso com a era das tecnologias, chamado Ciclo de Aprendizagem.

Gerir a Aprendizagem é uma característica do Professor de Sucesso do século 21, e demanda múltiplos olhares sobre a mesma questão. É por isso que eu reuni toda a minha experiência, desenhei muito material novo e reuni, para você, em uma só Oficina Online que solucionará uma questão que incomoda muitos professores com quem tenho contato, presencial e virtualmente: o que eu preciso para mudar minha prática docente e me tornar um professor de sucesso?

O curso vai ensinar quais são as 3 competências e as 4 classes de repertórios que um docente deve desenvolver para fazer a gestão de um Ciclo de Aprendizagem de sucesso em desempenho estudantil. Isso tudo está alinhado com 2 coceitos chaves da inovação educacional que estamos vivendo: as TRILHAS e o PROCESSO de Aprendizagem.

Essa oficina online tem um Storytelling e tanto!

Nos últimos meses tenho ouvido (e lido também) enormes equívocos sobre o que seria uma coisa e outra, além de acompanhar diariamente a noticiação de muita informação divergente em palavras (porque todo mundo quer criar alguma novidade!) mas convergente em propósitos. Há uma espécie de ânsia docente em noticiar que “está fazendo o novo”, e isso se espalhou Brasil afora.

perguntaAh! Um ponto importante: quem me conhece sabe que trabalho com inovação educacional e trilhas de aprendizagem antes mesmo disso tudo ter esse nome. Em 1998, registrei em Plano de Aula minha primeira “turma oficial” de aprendizagem no modelo maker (mãos na massa), para um conteúdo de fisiologia aplicada da contração muscular, em um Curso de Fisioterapia.

O material era muito simples, mas altamente eficaz: massinha de modelar; as telas (retroprojetor!) mostravam as ilustrações que haviam nos livros de histologia e fisiologia.

Aprendizagem 1: não precisa complicar para alcançar resultados!

Juntos, passo a passo, construímos em massa de modelar as proteínas contráteis, revisamos sua histologia, e fomos fazendo acontecer, na ponta dos dedos, o ciclo completo de pontes cruzadas. Da ativação da contração ao relaxamento muscular, os estudantes passaram a compreender o processo (essencial para o exercício plano da profissão) porque usaram mais de um código para a retenção do conhecimento (e dos nomes!):

  • haviam as cores das massinhas;
  • havia a cinestesia em manusear o complexo de “proteínas (massinha) contráteis”, em fazer uma ponte cruzada acontecer (com íons cálcio e tudo) às vistas;
  • e havia o relaxamento de uma atividade que alternava prazer e recompensa, em termos de circuitos de aprendizagem (o prazer de entender e construir a estrutura microscópica, antes só imaginada, e a recompensa clara de vê-la se reproduzir um evento real, macroscópico).

Aprendizagem 2: boas trilhas de aprendizagem integram os 5 elementos do processo de aprendizagem e, por essa razão, geram estratégias que superam tempo, teorias e mudanças.

As transparências de ontem, e os slides – que vieram bem depois – deram lugar a esse vídeo, que orienta o processo maker da trilha de aprendizagem que eu desenhei, anos atrás.

Ainda hoje, sigo aplicando essa mesma trilha de aprendizagem, para pontes cruzadas na contração muscular, com absoluto sucesso de resultados. Sigo aplicando porque tais práticas são atemporais e, quando bem planejadas e executadas, se convertem em excelentes resultados, mesmo se utilizadas em rápidas oficinas demonstrativas, que é o que acontece quando sou chamada a capacitar docentes e profissionais, nas semanas pedagógicas e nos congressos.

einstein.jpgA minha melhor recompensa, e que gerava o reforço dos sinais de retenção do aprendizado, era chegar ao final de uma única aula e eles terem olhos brilhando por ter a-p-r-e-n-d-i-d-o, mesmo, de verdade, todos os nomes, fatos, eventos, processos e significados. Isso fazia-os perceber que a decoreba era absolutamente inútil mesmo. Um grande passo rumo à mudança!

Experiência agrega valor ao conhecimento: aposte em quem FAZ

Einstein dizia que uma mente que se expande jamais consegue voltar ao seu tamanho original: pois bem, eu acredito que essa seja a razão do porque, de lá para cá, eu só continuei a planejar aulas focadas em aprendizagem e centradas nos estudantes.

Esse “de lá para cá” já somam 20 anos, tempo em que eu pratico, cada semestre mais, planejamentos e práticas docentes que hoje recebem o nome de inovadoras. Durante muito tempo isso era “loucura, coisa de moda dessa tal tecnologia”, mas eu achava sinceramente que estava no caminho certo, e segui minha intuição.

Foram cursos e formações, práticas e tentativas, erros e rejeições por parte de alguns estudantes (nada é unânime, afinal), porém a grande e devastadora maioria dos meus estudantes adorava daquelas aulas “diferentes”.

Para a surpresa de todos, as tais provas teóricas que vinham depois não eram fáceis, mas as médias eram melhores que quando só havia uma fala na sala, com muitos ouvidos silenciosos (com alguns cérebros dormindo, até). Isso fazia com que ninguém ousasse me parar ” naquela coisa de aula diferente”.

E eu? Passei a acreditar mais na minha intuição e nos meus resultados, e passei a registrar minhas aulas e metodologias tais como eram ministradas. Uma outra revolução nos documentos legais, porque “plano de ensino é só copiar e colar!”, diziam os colegas mais antigos e “experientes”. “Está cumprindo todo o conteúdo, mesmo?”, preocupavam-se – desconfiados – os coordenadores de curso que desacreditavam dessa “moda chamada metodologia ativa”.

Pronta para compartilhar ideias e descobrir novos caminhos com você

super heroiAo final desses 20 anos de experiências tantas, com inovação educacional (viva as novas terminologias educacionais, que agora dão nome “aos bois”!) juntei muita aprendizagem, em experiências vividas em salas, de todas as regiões brasileiras (sim, já tive o prazer de rodar salas de aula de Graduação nas 5 regiões do país, meu grande orgulho de diversidade e de identidade docente!).

Pois bem, pensei que já estava na hora de dar uma mãozinha a quem está percorrendo o mesmo caminho que eu já percorri. E qual seria esse caminho?

  1. Aceitar que é um caminho onde nada está totalmente estabelecido e que está em transformação a cada semana que passa;
  2. Um caminho onde ainda não há “aquela velha opinião formada sobre tudo”, onde cada um fala de um jeito e apresenta uma nova “solução”, e nos perdemos diante de tanta informação;
  3. Entender que o vital não é qual a teoria a ser seguida, mas compreender onde e como as coisas se juntam e fazem sentido dentro dos instrumentos e preceitos legais, estabelecidos para o Ensino Superior.
  4. E, seguramente (diferente de 20 anos atrás), um caminho facilitado pela tecnologia, que nos aproxima e nos consola nessa grande dor chamada transformação docente, irremediavelmente necessária para o crescimento e a evolução, porque a nova onda educacional não é mais pautada nas teorias e nos livros, mas nas demandas, hábitos e consumo de mercado de trabalho extremamente competitivo.

Percebo, na ânsia dos professores de agora, essa dor genuína, e que acaba por não encontrar solução definitiva em nenhum espaço formal da docência tradicional. Não encontra porque não há, e é isso que trago na Oficina Online sobre Competências Docentes para gestão da Aprendizagem, com foco para ensino superior e pós-graduação, e que será liberada em Abril/2019.

A oficina tem um conteúdo específico, exclusivo e único (você não encontra esse conhecimento organizado por aí, em livros ou cursos), e ao mesmo tempo, claro e objetivo. As videoaulas, as facilitações gráficas, e os mapas e roteiros de apoio, tudo o que você precisar saber sobre aprendizagem, para usar em seu favor, e trabalhar em algo que torna você e seu currículo únicos e diferenciado em um mercado de trabalho tão competitivo!

Não tem receita de bolo, mas tem muuuuito material para apoiar você em boas tomadas de decisão. Não tem mapa da mina de ouro, mas tem mapas para você se guiar em planejamentos inovadores, até que consiga encontrar seu próprio eixo de trabalho.

Não tem enrolação, porque não sou fluente em mimimi: sou prática, na medida do necessária, e reflexiva, na medida das necessidades de encontrar o rumo, a partir das minhas bússolas interiores. O grande tesouro que compartilho é o que aprendi fazendo, o que FIZ (sim, não falo do que não conheço, nem recomendo aquilo que só li) mesmo errando, e como criei SOLUÇÕES, tanto para aprender com meur erros, como para os conflitos – naturais – com colegas professores mais apegados ao modelo do passado.

superSe você me leu até aqui com interesse, mas não entendeu boa parte dos termos e ideias apresentados, relaxe: esse curso foi feito para você!

Se você leu e entendeu as expressões (pode dar um Google nelas), e quer saber mais sobre a programação dessa Oficina, se liga no vídeo de divulgação, que está no meu canal do Youtube:

E é isso: contagem regressiva aberta para mais uma arte profissional docente: acreditar no poder das tecnologias a serviço da Educação, e usá-las para espalhar conhecimento, compartilhar experiências e multiplicar bons inovação em salas de aula pelo Brasil afora!

Para você, que quer ler um pouco mais sobre as muitas coisas que andam mudando na Educação Superior (minha praia), e se preparar para fazer uma Oficina Online focada em Trilhas e Processos de Aprendizagem, deixo aqui algumas sugestões:

  1. Vamos começar pelo básico? Planos de Ensino! Tem uma minissérie inteira sobre esse assunto, lá no nosso canal do YouTube. Na minissérie 2 (Planos de Ensino), você encontra 13 vídeos curtos, focados em pontos importantes para se ter em mente quando o assunto é Plano de Ensino, incluindo como aplicar a Lei de Pareto para dar foco no Plano de Ensino. Dá pra assistir tudo pelo smartphone, onde você estiver: na fila do mercado, na espera da consulta médica, no transporte para o trabalho…
  2. O Curso vai trazer luz sobre planejamentos e execuções focados em competências. Portanto 2 coisas são essenciais: você conhecer quais são os Domínios de Aprendizagem e como suas categorias se dividem e se complexificam, dependendo da meta que você estabelece para sua unidade curricular. Essa é a Taxonomia de Bloom, essencial para quem quer mostrar como e porque as mudanças em sala de aula são necessárias e capazes de produzir resultados. Na minissérie acima tem 3 vídeos que resumem esse assunto: Domínio Cognitivo (saber); Domínio Psicomotor (saber-fazer); Domínio Psicoafetivo (saber-ser).
  3. Os vídeos do canal são uma amostra da Oficina Online sobre Taxonomia de Bloom em Planos de Ensino, que está disponível para quem quer realmente transformar suas práticas! Esse é um conhecimento preliminar imprescindível, então, sugiro que você aproveite o tempo até o lançamento do novo curso para conhecer o universo das competências e já começar a usar os mapas que  essa Oficina de Bloom traz para você. Corre lá e comece seu curso agora mesmo!

Pronto! Comece por aí e expanda seu interesse pelo assunto. Nos encontramos em breve, em uma nova Oficina Online: Gestão da Aprendizagem

Licença Creative Commons
Oficina Online de Gestão da Aprendizagem de Profa. Dra. Denise da Vinha está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional.
Baseado no trabalho disponível em https://denisedavinha.wordpress.com/2019/03/15/aprendizagem-voce-sabe-como-gerir-esse-processo-no-ensino-superior/.
Podem estar disponíveis autorizações adicionais às concedidas no âmbito desta licença em https://denisedavinha.wordpress.com/.